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Guarda-me, Senhor

Salmo 138

Guárdame Señor

En tus manos desperté del silencio
Como un susurro guardado en el viento
Fuiste faro en mi noche desierta
Y en tu luz mi alma, yo, su puerta

Me llamaste cuando el alma temblaba
Y tu voz se volvió mi madrugada
Cada sombra se rindió ante Tu paso
Y corrí a refugiarme en tu regazo

Tu ternura me rodea en su cauce
Un río eterno que nunca se agota
En tu sombra florece mi nombre
Y en tu pecho descansa mi historia

Eres brisa que sostiene mi herida
Y la vuelve semilla de vida
Cuando caigo, me levantas despacio
Me devuelves el latir en tus brazos

Guárdame, Señor, en tu mirada
Como la niña de tus ojos amada
Escóndeme bajo tus alas de abrigo
Que mis pasos sigan siempre tu camino. Oh

Cuando el ruido del mundo me alcanza
Tu silencio me envuelve de calma
Eres llama que no quema pero abraza
Eres lluvia que desciende y me sana

Tu misterio me nombra sin palabras
Abre puertas donde antes había murallas
Tu recoges lo que el tiempo me quita
Y lo cubres con Tu gracia infinita

Soy un eco pequeño en tu infinito
Pero tu amor me viste de destino
Mis lágrimas, perlas en tu santuario
Se alzan brillando en tu relicario

Y aunque a veces me siento muy frágil
Tu firmeza me sostiene inmutable
Cada paso que doy en tu camino
Se convierte en ofrenda y en suspiro

Guárdame Señor en tu mirada
Como la niña de tus ojos amada
Escóndeme bajo tus alas de abrigo
Que en tu abrazo eterno siempre vivo

Guarda-me, Senhor

Em suas mãos acordei do silêncio
Como um sussurro guardado no vento
Foste farol na minha noite deserta
E na tua luz minha alma, eu, sua porta

Me chamaste quando a alma tremia
E tua voz se tornou minha madrugada
Cada sombra se rendeu ao Teu passo
E corri pra me refugiar no Teu colo

Tua ternura me envolve em seu curso
Um rio eterno que nunca se esgota
Na tua sombra floresce meu nome
E em teu peito descansa minha história

És brisa que sustenta minha ferida
E a transforma em semente de vida
Quando caio, me levantas devagar
Me devolves o pulsar em teus braços

Guarda-me, Senhor, em teu olhar
Como a menina dos teus olhos amada
Esconde-me sob tuas asas de abrigo
Que meus passos sigam sempre teu caminho. Oh

Quando o barulho do mundo me alcança
Teu silêncio me envolve de calma
És chama que não queima, mas abraça
És chuva que desce e me cura

Teu mistério me nomeia sem palavras
Abre portas onde antes havia muros
Tu recolhes o que o tempo me tira
E o cobres com Tua graça infinita

Sou um eco pequeno em teu infinito
Mas teu amor me veste de destino
Minhas lágrimas, pérolas em teu santuário
Se elevam brilhando em teu relicário

E embora às vezes me sinta muito frágil
Tua firmeza me sustenta imutável
Cada passo que dou em teu caminho
Se torna oferta e suspiro

Guarda-me, Senhor, em teu olhar
Como a menina dos teus olhos amada
Esconde-me sob tuas asas de abrigo
Que em teu abraço eterno sempre vivo

Composição: Salmo 138