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As Mãos Doiem

Salta La Banca

Duelen Las Manos

Bastante larga las patas de esta mentira
Me empalagó la demanda de Salamerias

Nos extenuamos los dos de bretes consentidas
Mi displicencia botó tu voraz fantasía

Maldito idilio de oreja larga y guerra Fria
Soes tu edipo que quiso forjar mi apatía

Y no me culpes por ser lo que vos no querías
No encontraras querubines en Pampa y La Via.

No mas lagrimas de suplicas al cielo

Ya sos la nueva disidente del desconsuelo
Con tu porte dorado, de acidez interior
ya estas libre a entregarte a otro imbécil postor

Duelen las manos de tanto tirar de la soga
Nos dedicamos a estar cuidando el autoestima
Tus cámaras darán un aplauso a la boba
del que te venga a llenar el cofre de Saliva

Y nuestro sueño arruinado, por nosotros mismos .
Que te ha empujado a vivir a un inhóspito abismo
Voy a tratar de lograr que me tengan Clemencia
Los pobres tipos se miran con cierta indulgencia

No mas lagrimas de suplicas al cielo

Ya sos la nueva disidente del desconsuelo
Con tu porte dorado, de acidez interior
ya estas libre a entregarte a otro imbécil postor .

As Mãos Doiem

Bastante larga as patas dessa mentira
Me empanturrou a demanda de bajulações

Nos esgotamos os dois de situações consentidas
Minha indiferença derrubou sua voraz fantasia

Maldito idílio de orelha longa e Guerra Fria
Sujeito é seu Édipo que quis forjar minha apatia

E não me culpe por ser o que você não queria
Não encontrará querubins na Pampa e na Via.

Chega de lágrimas de súplicas ao céu

Você já é a nova dissidente do desespero
Com seu porte dourado, de acidez interior
Já está livre pra se entregar a outro idiota postulante

Doiem as mãos de tanto puxar a corda
Nos dedicamos a cuidar da autoestima
Suas câmeras vão aplaudir a bobagem
De quem vier te encher o cofre de saliva

E nosso sonho arruinado, por nós mesmos.
Que te empurrou a viver em um abismo inóspito
Vou tentar conseguir que me tenham clemência
Os pobres caras se olham com certa indulgência

Chega de lágrimas de súplicas ao céu

Você já é a nova dissidente do desespero
Com seu porte dourado, de acidez interior
Já está livre pra se entregar a outro idiota postulante.

Composição: