a mi me vale v
A mí me vale v si amanezco muerto, porque vivo el momento
Aunque no este contento, me vale, yo me aviento
No importa el intelecto, si lo que llevas dentro hace que no quieras esto
Por eso me concentro en aprecio lo incierto, ligero como el viento
Nunca me lamento, siempre estoy en aumento, aunque vaya bien lento
Yo todo drogado siempre por el universo
Ando loquiando con mi nemesis
Cultivando de raíz la materia gris
Quiero volver al inicio de mi genesis
Ser inocente para ser feliz
Si ya todo se dijo, no sé qué decir
Una mente alienígena de prótesis
Encontré mi vocación cuando te vi
Buscar en tu iris que es lo que te hace sufrir
Sé que por ti mato y peco
Que tu alma no seque porque yo soy seco
Busque en los bosques los huecos
Los arboles chuecos que te hacen ser eso
Tengo que ir al loquero, porque lo que veo ya no me lo creo
Pero siempre ando pacheco, tal vez sea eso el porque me pierdo
Porque me hago tonto tanto daño
No soy santo pa curar extraños
Pronto canto pa pasar los años
Y se van, se van, se van volando
La verdad no sé qué esta pasando
Parece que en el viaje estoy quedando
MI familia siempre preguntando
Por que este cabrón se esta alejando?
Es que mucho me serrucho
A los demás ya ni escucho
Quisiera jalar cartucho
Ya parezco un cucaracho, un vagabundo del gabacho
Pero aquí todavía lucho
Aunque la pase bien gacho, la mirada nunca agacho
Perro yo soy wey de rancho
Me voy con el universo
Genero un nuevo espacio
Ideas puras te despacho
Eu não tô nem aí
Eu não tô nem aí se eu amanheço morto, porque eu vivo o momento
Mesmo que não esteja feliz, tanto faz, eu me jogo
Não importa o intelecto, se o que você tem dentro faz você não querer isso
Por isso eu me concentro em valorizar o incerto, leve como o vento
Nunca me lamento, sempre tô em alta, mesmo que vá bem devagar
Tô sempre chapado, viajando pelo universo
Tô trocando ideia com meu inimigo
Cultivando na raiz a matéria cinza
Quero voltar ao começo da minha gênese
Ser inocente pra ser feliz
Se já tudo foi dito, não sei o que falar
Uma mente alienígena de próteses
Encontrei minha vocação quando te vi
Procurando no seu olhar o que te faz sofrer
Sei que por você eu mato e peco
Que sua alma não seque porque eu sou seco
Busquei nos bosques os buracos
As árvores tortas que te fazem ser isso
Preciso ir no psiquiatra, porque o que vejo já não me convence
Mas sempre tô chapado, talvez seja isso que me faz me perder
Porque eu me faço de bobo, tanto dano
Não sou santo pra curar estranhos
Logo canto pra passar os anos
E eles vão, vão, vão voando
A verdade é que não sei o que tá acontecendo
Parece que na viagem eu tô ficando
Minha família sempre perguntando
Por que esse cara tá se afastando?
É que muito me cortaram
Dos outros já nem escuto
Queria puxar um cartucho
Já pareço um barata, um vagabundo do lado de lá
Mas aqui ainda luto
Mesmo que eu passe bem mal, nunca abaixo a cabeça
Cara, eu sou um cara de rancho
Vou com o universo
Gero um novo espaço
Ideias puras eu te despacho
Composição: Angelo Salvamento Vergolini