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Riacho da Minha Infância

Salvatore Adamo

Arroyo de mi infancia

Háblame de mi infancia
Arroyo azul
Cuando yo corrí con ansia
Por tu inquietud

Háblame de mis delirios
De aquella tierna edad
Del color de aquellos lirios
Que nunca marchitarán

Háblame de los domingos
Que yo a ti confié
Con temblor de un cariño
Mis sueños de papel

Háblame sencillamente
De aquel primer amor
Que vivió siempre inocente
Dime si se eternizó...

Háblame de mi infancia
Arroyo azul,
Cuando yo corrí con ansia
Por tu inquietud

Corre, corre mi infancia
Buscando recordar
Que es jugar, ya sin ganancias
Porque ya no volverá

Vendaval, que indiferente
De su mano me dejó
Lloro silenciosamente
Por la que me hirió

Los rosales y esos campos
Que yo atravesé,
Al llegar voy preguntando
Por qué me hirió, por qué?

Háblame de mi infancia
Arroyo azul,
Cuando yo corrí con ansia
Por tu inquietud...

Yo me cai, de un sueño blanco
Y hombre desperté
Corazón, ya me levanto
Y al agua culparé...

Riacho da Minha Infância

Fala sobre minha infância
Riacho azul
Quando eu corria com ansiedade
Por sua inquietude

Fala sobre meus delírios
Daquele tempo inocente
Da cor daquelas íris
Que nunca vão murchar

Fala sobre os domingos
Que eu a você confiei
Com o tremor de um carinho
Meus sonhos de papel

Fala de forma simples
Sobre aquele primeiro amor
Que sempre viveu inocente
Diz se se eternizou...

Fala sobre minha infância
Riacho azul,
Quando eu corria com ansiedade
Por sua inquietude

Corre, corre minha infância
Tentando recordar
O que é brincar, já sem ganhos
Porque não vai voltar

Vendaval, que indiferente
Me deixou de sua mão
Choro silenciosamente
Pela que me feriu

Os roseirais e aqueles campos
Que eu atravessei,
Ao chegar vou perguntando
Por que me feriu, por que?

Fala sobre minha infância
Riacho azul,
Quando eu corria com ansiedade
Por sua inquietude...

Eu caí, de um sonho branco
E homem acordei
Coração, já me levanto
E a água vou culpar...

Composição: