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Viradouro 2025 - Maninho da Cuíca e Cia

Samba Concorrente

Letra

    Sobô nirê mafá
    Arreia mensageiro da jurema
    Falange de Malunguinho
    Tira estrepe do caminho
    Pra Viradouro entrar em cena

    Sou negro banto que não aceitava grilhão
    A liberdade conduzia em minhas mãos
    Entrei na mata ferido de morte
    O encantado me acolheu
    Curou as feridas brindou minh 'alma
    Tornou-me um dos seus
    Subi no altar ornado de penas
    E no vento galopei
    A sabedoria dos pajés herdei

    Na mata tem um caboclo
    Com a preaca na mão
    O nome dele é Malunguinho
    Não mexa com ele não
    Na mata tem um caboclo
    Com a preaca na mão
    Sou reis Malunguinho
    Não mexa comigo não

    Triunfá triunfei
    Sou corpo do vinho sagrado
    Na fumaça e catimbó sou rei
    Nos caminhos enfermos curados
    E na expansão da consciência
    O invisível transcende a ciência
    Estrela que minha gente alumia
    Toca o alujá ligeiro
    E a festa principia
    Roda de coco, gira e maracatu
    Quebra a anca caboclinhos
    Na proteção de exu

    Composição: Maninho da Cuíca / Valéria Lima / Geraldo Sudário / Paulinho Cowboy / William Lima / Rosa Maria / Isabel. Essa informação está errada? Nos avise.

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