
Mocidade Alegre - Samba-Enredo 2026
Samba-Enredo
[Enredo: Malunga Léa: Rapsódia de Uma Deusa Negra]
Lerê, lerê, lerê-lerê-lerê
Lerê, lerê, lerê-lerê-lerê
A guerreira do quilombo fez valer o seu papel
Pela luz das Yabás, todo preto vai pro céu
Lerê, lerê, lerê-lerê-lerê
Lerê, lerê, lerê-lerê-lerê
A guerreira do quilombo fez valer o seu papel
Pela luz das Yabás, todo preto vai pro céu
Consagração da negritude
Resiste entre tantos personagens
A pele preta é armadura
No palco, expressão de liberdade
Evoé, mulher
Igual a ti eu nunca vi
Você ainda está aqui
Pra sempre presente
É sua coroação
Protagonista no meu pavilhão
(Ô malunga) ô malunga, ê
Malunga Léa, arroboboi
Toca o bravum com ancestralidade
No terreiro Mocidade
Ô malunga, ê
Malunga Léa, arroboboi
Toca o bravum com ancestralidade
No terreiro Mocidade
Laroyê, bate três vezes
Ê mojubá
A deusa negra é ela
A filha de Oxumarê
Que traz no sangue a força da mulher
Pisa forte nesse chão
Afirmando seu lugar
Pra fazer revolução
Seu direito conquistar
Nosso povo entra em cena
A arte nunca pode se render
Ecoa a voz do nascimento
Orfeu sobe o morro pra vencer
Lerê, lerê, lerê-lerê-lerê
Lerê, lerê, lerê-lerê-lerê
A guerreira do quilombo fez valer o seu papel
Pela luz das Yabás, todo preto vai pro céu
Lerê, lerê, lerê-lerê-lerê
Lerê, lerê, lerê-lerê-lerê
A guerreira do quilombo fez valer o seu papel
Pela luz das Yabás, todo preto vai pro céu
Consagração da negritude
Resiste entre tantos personagens
A pele preta é armadura
No palco, expressão de liberdade
Evoé, mulher
Igual a ti eu nunca vi
Você ainda está aqui
Pra sempre presente
É sua coroação
Protagonista no meu pavilhão
(Ô malunga) ô malunga, ê
Malunga Léa, arroboboi
Toca o bravum com ancestralidade
No terreiro Mocidade
Ô malunga, ê
Malunga Léa, arroboboi
Toca o bravum com ancestralidade
No terreiro Mocidade
Laroyê, bate três vezes
Ê mojubá
A deusa negra é ela
A filha de Oxumarê
Que traz no sangue a força da mulher
Pisa forte nesse chão
Afirmando seu lugar
Pra fazer revolução
Seu direito conquistar
Nosso povo entra em cena
A arte nunca pode se render
Ecoa a voz do nascimento
Orfeu sobe o morro pra vencer
Lerê, lerê, lerê-lerê-lerê
Lerê, lerê, lerê-lerê-lerê
A guerreira do quilombo fez valer o seu papel
Pela luz das Yabás, todo preto vai pro céu
Lerê, lerê, lerê-lerê-lerê
Lerê, lerê, lerê-lerê-lerê
A guerreira do quilombo fez valer o seu papel
Pela luz das Yabás, todo preto vai pro céu



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