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VERMELHO (part. Cano de Cali, Carlos Luengo, Eleese e Lirik Dog)

Sandro Malandro

ROJO (part. Cano de Cali, Carlos Luengo, Eleese y Lirik Dog)

Este es un flow locote
Lara-la-la-la

Va
¡Esto es flow RT!
¡Mira a quién te junte!
Préndete esa madre que apenas empecé
¡Uno para el estrés! ¡Saca las tres!
Súbele a la greibol
¡Me voy a amanecer!

Loco no paniquié, ¡ya me la sé!
¡Desde la maldosa la que me vio crecer!
Ya no andamos a pie, ¡la vivo al cien!
Los culos me sobran, ¡los problemas también!

Este es un flow locote
Lara-la-la-la
Me pone bien locote
Lara-la-la-la
De la frontera norte
Lara-la-la-la
Donde ya es costumbre que suenen balas

De rojo de Tamaulipas donde la muerte radica
Donde trafican la blanca y la grifa
Sí, pa, donde hay pura mamacita
Pero no perdonan, te sacan las tripas

Te paran los puercos por los ojos rojos
Te llevan por poco, si no me equivoco
Pura vida loca y puro pinche loco
Puro malandrón zafados del coco

Somos del barrio y del barrio salimos, ¿o no lo ves?
Donde las muertes son a diario, padrino, por si no crees
Donde nadie sabe del asesino y mataron tres
Miedo a nadie, perro como Al Pacino, cálele, pues

Llévatela tranqui, tranquilo, que yo no vacilo
Y al estilo de rojo como guardia te vigilo
Tómale de a hilo y rólame la caguama
Del ocho nueve nueve, la raza ta avionada

Y súbele, que truene, si son polis qué tiene
También ya me conocen, a pedirme foto vienen
Facha de malandro, pero cargando los cienes
De todo tengo poco, pero otros ni poco tienen

Somos lo más pesadito que hay por la frontera
Que nos pegue un doble cuando agarramos loquera
Puro ta-ta-ta, somos tierra de calaveras
Saca el barrio bajo si lo sientes de a de veras

Desde hace rato que no le he bajado
Bien placosa la facha, pues qué le hago
Si salgo el vidrio, va bien polarizado
Y aventando el humo con la papa por un lado

Humildemente los más vergas de la zona
Ya me pegó este toque y me tronó la clona
Bandido desde morro, crecí con gente que acciona
El peligro se respira, si traicionas, no perdonan

Prende el leño pa’ andar risueño
Empecé como chalán, ahora soy el dueño
Más brillo pa’l cuello, el avión te estrello
Sácate las frías, traigo sed de camello

Directo de rojo
Mira con quién ando, el perro más bravo
Y con Sandro Malandro
Pregúntale al Luengo, carnal, desde cuando
Contratos cerrando y cash generando

Me tiran la mala, pero no me atinan
Contando billetes, son puros de a quina
La muerte me cuida, conmigo camina
Mis locos vendiendo los ven en la esquina

Suena en el bloque, en el callejón
Que los de calle de calle son
No se equivoque, evite el error
Malandracos sembrando el terror

Andamos arriba, así como los drones
No baje la guardia que el mundo te come
Soy mexicano orgulloso, cabrones
Verde, blanco y rojo esos son mis colores

Acá también le jalan, llueven las balas
Suenan las rolas en las caravanas
Ojos en la espalda que hay gente falsa
Venimos de abajo hoy andamos en alta

Traemos con que pa’ que este jale explote
Como del cuaderno las líneas sin corte
Un flow bien locote, y dale fuego al toque
Como dijo el blunt pa’ que en la chompa choque

Este es un flow locote
(Hey)
Lara-la-la-la
(Es Sandro Malandro, pa)
Me pone bien locote
(Cano de Cali)
Lara-la-la-la
(Carlos Luengo)
De la frontera norte
(Lirik Dog)
Lara-la-la-la
(Eleese)
Donde ya es costumbre que suenen balas
(Somos pa’l mundo, carnal)

VERMELHO (part. Cano de Cali, Carlos Luengo, Eleese e Lirik Dog)

Esse é um flow insano
Lara-la-la-la

Vai
Isso é flow RT!
Olha com quem eu tô!
Acende essa parada que eu mal comecei
Um pra aliviar o estresse! Saca as três!
Aumenta o volume
Vou ficar a noite toda!

Loco, não me estressei, já sei como é!
Desde a malandragem que me viu crescer!
Agora não andamos a pé, vivo a mil!
As mulheres não faltam, os problemas também!

Esse é um flow insano
Lara-la-la-la
Me deixa bem doido
Lara-la-la-la
Da fronteira norte
Lara-la-la-la
Onde já é costume o barulho de balas

De vermelho de Tamaulipas onde a morte mora
Onde traficam a branquinha e a erva
Sim, mano, onde só tem mulherão
Mas não perdoam, te abrem ao meio

Te param os porcos por causa dos olhos vermelhos
Te levam na boa, se não me engano
Vida louca e puro maluco
Puro bandido, doido da cabeça

Somos do bairro e do bairro saímos, não vê?
Onde as mortes são diárias, padrinho, se não acredita
Onde ninguém sabe do assassino e mataram três
Sem medo de nada, cachorro como Al Pacino, chega mais

Leva na boa, tranquilo, que eu não tô de brincadeira
E no estilo vermelho como guarda te vigio
Toma um gole e me passa a caguama
Do oito nove nove, a galera tá voando

E aumenta, que estoure, se são policiais, qual é?
Eles já me conhecem, vêm pedir foto
Com cara de bandido, mas com grana no bolso
De tudo tenho pouco, mas outros nem isso têm

Somos os mais pesados que tem na fronteira
Que nos pegue um duplo quando a gente fica doido
Puro ta-ta-ta, somos terra de caveiras
Saca o bairro se você sente de verdade

Faz tempo que não me segurei
Com a aparência bem de boa, o que eu posso fazer?
Se saio com o vidro, tá bem escurecido
E soltando fumaça com a grana de um lado

Humildemente os mais brabos da área
Esse toque me pegou e estourou a mente
Bandido desde pequeno, cresci com quem age
O perigo se respira, se trair, não perdoam

Acende a lenha pra ficar sorridente
Comecei como ajudante, agora sou o dono
Mais brilho no pescoço, o avião te derruba
Tira as geladas, tô com sede de camelo

Direto do vermelho
Olha com quem ando, o cachorro mais bravo
E com Sandro Malandro
Pergunta pro Luengo, mano, desde quando
Fechando contratos e gerando grana

Me jogam praga, mas não acertam
Contando grana, só notas de cinco
A morte me protege, caminha comigo
Meus doidos vendendo, eles veem na esquina

Toca no bloco, no beco
Que os da rua são
Não se engane, evite o erro
Malandragem semeando o terror

Estamos por cima, assim como os drones
Não baixe a guarda que o mundo te devora
Sou mexicano orgulhoso, seus filhos da puta
Verde, branco e vermelho, essas são minhas cores

Aqui também rola, chovem balas
As músicas tocam nas carreatas
Olhos nas costas que tem gente falsa
Viemos de baixo, hoje estamos em alta

Trazemos o que precisa pra essa parada explodir
Como as linhas do caderno sem corte
Um flow bem insano, e dá fogo no toque
Como disse o blunt pra chocar na mente

Esse é um flow insano
(E aí)
Lara-la-la-la
(É Sandro Malandro, mano)
Me deixa bem doido
(Cano de Cali)
Lara-la-la-la
(Carlos Luengo)
Da fronteira norte
(Lirik Dog)
Lara-la-la-la
(Eleese)
Onde já é costume o barulho de balas
(Somos pro mundo, mano)