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PRISÃO

Santa Fe Klan

CÁRCEL

No me supo querer
Ni jamás comprender
No me hables de ese amor
Estamos en el infierno
Caballeros
Créanme
Estamos en el infierno
Caballeros
Créanme
Ahí podemos quedarnos

Cuatro paredes están de testigo
Que aquí me encuentro pagando mi castigo
Sé que a tu lado jamás volveré
Tú en el panteón y yo de aquí ya no saldré
Cuatro paredes están de testigo
Que aquí me encuentro pagando mi castigo
Perdón le pido a aquel que le fallé
Consciente estoy que de aquí ya nunca saldré

Ya van cinco años que nadie lo visita
Cada día más difícil, el problema se complica
Una cita con la muerte, se oye el llanto de la esquina
La tumba de su madre sin flores ni compañía

Y dice que no se arrepiente
De haber jugado con la muerte
Ahora le dicen delincuente
¿De qué sirvió tanto billete?

Llorando se ve, sufriendo tal vez
Con la esperanza de la libertad otra vez
Lo que diga el juez, yo sé que fallé
Cómo recuerdo las tardes allá, en Santa Fe

Cuatro paredes están de testigo
Que aquí me encuentro pagando mi castigo
Sé que a tu lado jamás volveré
Tú en el panteón y yo de aquí ya no saldré
Cuatro paredes están de testigo
Que aquí me encuentro pagando mi castigo
Perdón le pido a aquel que le fallé
Consciente estoy que de aquí ya nunca saldré

Cuchillo en mano, mente loca
Ya cuando te toca, te toca
Ni a su hermano le perdonan la bronca
Humo, ceniza, tequila y roca

Sirenas, patrullas y mafia
Las ambulancias ya no pueden hacer nada
Ahí viene la forense, la muerte me abraza
La calle cerrada, la gente asustada

La hermana de mi homie era tu madre
No sé por qué lo hiciste y te llenaste de sangre
¿Será la culpa de la droga o de la calle?
En paz descanse tu hermano y también tu padre

Cuatro paredes están de testigo
Que aquí me encuentro pagando mi castigo
Sé que a tu lado jamás volveré
Tú en el panteón y yo de aquí ya no saldré
Cuatro paredes están de testigo
Que aquí me encuentro pagando mi castigo
Perdón le pido a aquel que le fallé
Consciente estoy que de aquí ya nunca saldré

Ey-yo
Pa' mi Santa, carnal
Y para toda la raza que está en la cárcel
Aquí es el barrio
Cuatro Siete Tres, el pinche Moler en los controles
Música pa' la pinche banda loca

PRISÃO

Não soube me amar
Nem nunca me entender
Não me fale desse amor
Estamos no inferno
Cavalheiros
Acreditem
Estamos no inferno
Cavalheiros
Acreditem
Podemos ficar por aqui

Quatro paredes são testemunhas
Que aqui estou pagando meu castigo
Sei que ao seu lado nunca mais voltarei
Você no cemitério e eu daqui não sairei
Quatro paredes são testemunhas
Que aqui estou pagando meu castigo
Peço perdão àquele que falhei
Estou consciente que daqui nunca sairei

Já se passaram cinco anos sem ninguém visitar
Cada dia mais difícil, o problema só complica
Um encontro com a morte, ouve-se o choro na esquina
A tumba da sua mãe sem flores nem companhia

E diz que não se arrepende
De ter brincado com a morte
Agora o chamam de delinquente
De que serviu tanto dinheiro?

Chorando se vê, sofrendo talvez
Com a esperança de liberdade outra vez
O que o juiz disser, eu sei que errei
Como lembro das tardes lá em Santa Fé

Quatro paredes são testemunhas
Que aqui estou pagando meu castigo
Sei que ao seu lado nunca mais voltarei
Você no cemitério e eu daqui não sairei
Quatro paredes são testemunhas
Que aqui estou pagando meu castigo
Peço perdão àquele que falhei
Estou consciente que daqui nunca sairei

Faca na mão, mente louca
Quando é sua vez, é sua vez
Nem ao irmão perdoam a treta
Fumaça, cinza, tequila e pedra

Sirenas, patrulhas e máfia
As ambulâncias já não podem fazer nada
Aí vem o legista, a morte me abraça
A rua fechada, o povo assustado

A irmã do meu parceiro era sua mãe
Não sei por que fez isso e se encheu de sangue
Será culpa da droga ou da rua?
Descanse em paz seu irmão e também seu pai

Quatro paredes são testemunhas
Que aqui estou pagando meu castigo
Sei que ao seu lado nunca mais voltarei
Você no cemitério e eu daqui não sairei
Quatro paredes são testemunhas
Que aqui estou pagando meu castigo
Peço perdão àquele que falhei
Estou consciente que daqui nunca sairei

Ey-yo
Pra minha Santa, mano
E pra toda a galera que tá na prisão
Aqui é o bairro
Quatro Sete Três, o maldito Moler nos controles
Música pra galera maluca

Composição: Rodrigo Orlando Flores Guemes, Santa Fe Klan, Antonio de Jesus Olaez Mendez