Cumbia Pandillera
Y desde Guanajuato capital
Ya saben quienes somos carnal
Los de siempre (el pinche Neto en los controles)
Haciendo música real (con Trap Records)
Pa' que todo el barrio se ponga a bailar
Siempre resultan ser los de la fiesta
Los malandros que miran, pero no se acercan
Por toda la ciudad, suena cumbia pandillera
No paro de celebrarle a esta vida callejera
Siempre resultan ser testigos de los problemas
Siempre resultan ser los malandros de las fiestas
Siempre lo mismo, eso de andar enfiestados
Vivimos sin medidas, andamos en todos lados
Siempre alterados, así la bailamos
Siempre hasta abajo como el tramo tumbado
Para allá y pa' acá, siempre andamos gozando
Llevando fiesta a dónde nos paramos
Para allá y pa' acá andamos rolando
Bailando hasta el piso, tirando el placaso
Somos o no somos, nos gustan los problemas
Bailamos suavecito a todas las nenas
Estilo crema y nata llevamos en las venas
Escucha el cumbión que en las bocinas ya truena
Báilale, si tú no eres un amargado
Báilale, si tú eres de los de mi lado
Préndele, que la fiesta va empezando
Somos los malandros que siempre han criticado
Siempre resultan ser los de la fiesta
Los malandros que miran, pero no se acercan
Por toda la ciudad suena cumbia pandillera
No paro de celebrarle a esta vida callejera
Siempre resultan ser testigos de los problemas
Siempre resultan ser los malandros de las fiestas
Apesta a yesca, siempre afuera, siempre se quejan
Y se ven sirenas, cerveza tras cerveza
Brindo por esta vida chueca
Porque mi vida es como una fiesta
Los mismos de siempre son los del ambiente
Nos mira mal la gente por ser diferentes
Ni falsos ni chapetes, siempre damos frente
Si buscan problemas andamos bien presentes
Y todos bailando, borrachos y marihuanos
Hasta el don bailando, con su doña bien enfiestados
Los niños brincando del ambiente que nos cargamos
Esto va pa' largo, las amigas vienen llegando
Siempre resultan ser los de la fiesta
Los malandros que miran, pero no se acercan
Por toda la ciudad suena cumbia pandillera
No paro de celebrarle a esta vida callejera
Siempre resultan ser testigos de los problemas
Siempre resultan ser los malandros de las fiestas
Borrachos y marihuanos
membro da gangue Cumbia
E da capital Guanajuato
Você já sabe quem somos carnais
Os de sempre (a porra do Neto nos controles)
Fazendo música de verdade (com registros de armadilhas)
Para que todo o bairro comece a dançar
Eles sempre acabam sendo os da festa
Os bandidos que olham, mas não se aproximam
Por toda a cidade, a gang cumbia soa
Eu não consigo parar de comemorar essa vida de rua
Eles sempre acabam por ser testemunhas de problemas
Eles sempre acabam sendo os bandidos nas festas
Sempre o mesmo, aquela festa
Vivemos sem medidas, andamos por toda parte
Sempre alterado, é assim que dançamos
Sempre todo o caminho para baixo como o trecho deitado
Lá e aqui, estamos sempre curtindo
Fazendo festa onde estamos
Lá e aqui estamos rolando
Dançando no chão, jogando o prato
Somos ou não somos, gostamos de problemas
Nós dançamos suavemente para todas as garotas
Estilo creme e creme que carregamos em nossas veias
Ouça o cumbión que já troveja nos alto-falantes
Dance para ele, se você não é amargo
Dance para ele, se você é um daqueles do meu lado
Ligue-o, a festa está começando
Nós somos os bandidos que sempre criticaram
Eles sempre acabam sendo os da festa
Os bandidos que olham, mas não se aproximam
Em toda a cidade gang cumbia sons
Eu não consigo parar de comemorar essa vida de rua
Eles sempre acabam por ser testemunhas de problemas
Eles sempre acabam sendo os bandidos nas festas
Cheira a tinder, sempre do lado de fora, sempre reclama
E as sirenes são vistas, cerveja após cerveja
Aqui está para esta vida torta
Porque minha vida é como uma festa
Os mesmos de sempre são os do meio ambiente
As pessoas nos olham mal por sermos diferentes
Nem falsos nem chapetes, sempre enfrentamos
Se você está procurando problemas, estamos bem presentes
E todo mundo dançando, bêbado e maconha
Até o don dançando, com sua dama dando uma boa festa
As crianças pulando do ambiente que carregamos
Isso vai longe, os amigos estão chegando
Eles sempre acabam sendo os da festa
Os bandidos que olham, mas não se aproximam
Em toda a cidade gang cumbia sons
Eu não consigo parar de comemorar essa vida de rua
Eles sempre acabam por ser testemunhas de problemas
Eles sempre acabam sendo os bandidos nas festas
Bêbados e maconha