La Misma Sangre (part. Ronda Bogotá, Tornillo y Pato Machete)
Suena Ronda Bogotá
Tú y yo
Tenemos la misma sangre
Llevo tu rostro en mi tatuaje
Aquí estoy pa' que nada falte
No más lágrimas de mi padre
No más lágrimas de mi padre
No más lágrimas de mi padre
No más lágrimas de mi padre
¿Cuándo llegarás? Dime cuándo volverás
¿Cuándo llegarás? Dime cuándo volverás
Lejos de mi esperanza, muy lejos de mi viejo
De niño me fui de casa, lejos buscando mi sueño
Hoy la soledad me abraza, voy sin rumbo ni dueño
Sueño que todavía no he podido encontrarlo
Siento que mi vida lentamente se ha volcado
Extraño caminar por esas calles de mi barrio
Ojalá que vuelva con vida a mi Guanajuato
Cumbia
Que llore el acordeón
Desde la Santa
Ronda Bogotá, loco
Pato Machete
Y es que mi familia me enseñó a trabajar
A seguir los sueños, nunca me podría rajar
De niño tú me cuidaste, cuando yo estaba pequeño
Te quiero con toda mi alma, si no te tengo me muero
Yo siempre estaré contigo hasta que la flaca venga
En las buenas y en las malas siempre tendrán mi cariño
Y es que a mí en las noches se me va en pregonar
Siempre dando gracias, venimos pa' celebrar
Cumbia, cumbia, cumbia
Es el Tornillo, carnal
Hasta la fecha trabaja, cansado ya mi viejo
La escuela no me gustaba, solo seguí tus consejos
Que de nadie me dejara, yo soy como tus reflejos
Manos maltratadas y tus piernas muy cansadas
Comida no faltaba porque siempre trabajabas
Siempre que me caía, tú siempre me levantabas
Te llevo a dónde voy, te recuerdo pa' donde vaya
Tú y yo
Tenemos la misma sangre
Llevo tu rostro en mi tatuaje
Aquí estoy pa' que nada falte
No más lágrimas de mi padre
No más lágrimas de mi padre
No más lágrimas de mi padre
No más lágrimas de mi padre
¿Cuándo llegarás? Dime cuándo volverás
¿Cuándo llegarás? Dime cuándo volverás
Oye, Ricardo
Maestro Celso
La música de calle, loco
Somos la Santa, carnal
A Mesma Sangue (part. Ronda Bogotá, Tornillo e Pato Machete)
Soa Ronda Bogotá
Você e eu
Temos a mesma sangue
Carrego seu rosto na minha tatuagem
Aqui estou pra que nada falte
Chega de lágrimas do meu pai
Chega de lágrimas do meu pai
Chega de lágrimas do meu pai
Chega de lágrimas do meu pai
Quando você vai chegar? Me diz quando vai voltar
Quando você vai chegar? Me diz quando vai voltar
Longe da minha esperança, muito longe do meu velho
Fui embora de casa quando era criança, longe buscando meu sonho
Hoje a solidão me abraça, vou sem rumo nem dono
Sonho que ainda não consegui encontrar
Sinto que minha vida lentamente se virou
Sinto falta de andar por aquelas ruas do meu bairro
Tomara que eu volte com vida pra meu Guanajuato
Cumbia
Que o acordeão chore
Da Santa
Ronda Bogotá, mano
Pato Machete
E é que minha família me ensinou a trabalhar
A seguir os sonhos, nunca poderia desistir
Quando criança você me cuidou, quando eu era pequeno
Te amo com toda minha alma, se não te tenho eu morro
Eu sempre estarei com você até que a morte venha
Nos bons e nos maus momentos sempre terão meu carinho
E é que à noite eu fico a proclamar
Sempre agradecendo, viemos pra celebrar
Cumbia, cumbia, cumbia
É o Tornillo, irmão
Até hoje trabalha, cansado já meu velho
A escola não me agradava, só segui seus conselhos
Que de ninguém me deixasse, eu sou como seus reflexos
Mãos machucadas e suas pernas muito cansadas
Comida não faltava porque você sempre trabalhava
Sempre que eu caía, você sempre me levantava
Te levo aonde vou, te lembro pra onde eu vá
Você e eu
Temos a mesma sangue
Carrego seu rosto na minha tatuagem
Aqui estou pra que nada falte
Chega de lágrimas do meu pai
Chega de lágrimas do meu pai
Chega de lágrimas do meu pai
Chega de lágrimas do meu pai
Quando você vai chegar? Me diz quando vai voltar
Quando você vai chegar? Me diz quando vai voltar
Oi, Ricardo
Mestre Celso
A música de rua, mano
Somos a Santa, irmão
Composição: Pato, Alejandro Zea Cavazos, Carlos Gabriel Arredondo Ortiz, Santa Fe Klan, Osiel Armando Vazquez Perez, Alberto Daniel Martinez Pina