Un Cuento
Cierra los ojos y escucha
Que voy a contarte un cuento
Triste, frío y violento quizá un poco sangriento
Sonrisas y lamentos, sueños en el pavimento
Disfruta tu momento, hasta el último aliento
Érase una vez, en ese callejón
En donde se juntaba puro cholo bien pelón
En un ambiente bien chingón
Madrugadas de grabación
Destapando otro caguamón
Volaba la imaginación
Pegamos una canción
Pinche diablo andaba suelto
Recorrimos todo México
Rapeando en los eventos
Conocimos gente chida
De esos que nunca se olvidan
Si necesitaba un paro
En corto tiraba en esquina
Paso el maldito tiempo
Casi todos mis amigos están muertos
Homies desaparecidos
Nunca más volví a verlos
Tengo un chingo de recuerdos
Por eso es que tiro otro charco al suelo
Mientras miro fijamente al cielo
Cierra los ojos y escucha
Que voy a contarte un cuento
Triste, frío y violento quizá un poco sangriento
Sonrisas y lamentos, sueños en el pavimento
Disfruta tu momento, hasta el último aliento
Cierra los ojos y escucha
Que voy a contarte un cuento
Triste, frío y violento quizá un poco sangriento
Sonrisas y lamentos, sueños en el pavimento
Disfruta tu momento. hasta el último aliento
(Ey, ¿Qué tranza carnal? ¿Cómo andas?)
(¿Vamos a fumar un toque o qué?)
(Tengo ganas de grabar algo pa'l barrio)
(Como temas de la santa grifa perro, al Chile)
(De hecho estaba escribiendo una letra mira)
(Wacha)
A veces no sé quién chingados soy
Aspirando un chingo de coíz
En el barrio prendiendo la moish
Pa´ eso la vivo por eso le doy
No sé a dónde voy, pero si de donde vengo
Me sigue el comboy, la pieza la tengo
Que se arme chingon el pinche cotorreo
Que sea guamon, yo no me freseo
Si de morro tomaba agua loca
En las calles una que otra bronca
Y yo era el primero que siempre
Saltaba por todos sus compas
Pero cuando te toca, te toca
Ni pa' donde te hagas
Acuérdate que todo lo que empieza
Un día se acaba
No puedo ser eterno
Lo que si puedo es inmortalizar mis historias
Hace murió el niño tierno
Soy poeta plasmando sus memorias
Días de suerte, días de gloria
Días de muerte, madres que lloran
Que el de arriba me bendiga en la hora de la hora
Haga lo que quiera con mi alma pecadora
(Lo que quiera con mi alma pecadora)
Cierra los ojos y escucha
Que voy a contarte un cuento
Triste, frío y violento quizá un poco sangriento
Sonrisas y lamentos, sueños en el pavimento
Disfruta tu momento, hasta el último aliento
Cierra los ojos y escucha
Que voy a contarte un cuento
Triste, frío y violento quizá un poco sangriento
Sonrisas y lamentos, sueños en el pavimento
Disfruta tu momento, hasta el último aliento
Alucinao' mi compa
Una dósis de sustancia para la chompa
Alucinao' mi compa
Una dósis de sustancia para la chompa
Todo comenzó en el año 2013
Conocí unos homies que dijeron ¿Qué onda ese?
Cálese pa'l barrio a cotorrear como se debe
Y estando loqueando y rapeándole a paredes
Acopla el ambiente, barrios diferentes
Puro delincuente, visto por la gente
Aunque solamente notas en la mente
Haciendo música para todo mal viviente
De la sativa, negativa, sacamos vibras positivas
Haciendo rimas que motivan
Y los recuerdos que revivan
Llevando este estilo de vida
Rapeando hasta hoy en día
Así mantengo a mi familia
Sin tener que andar de malilla
Cierra los ojos y escucha
Que voy a contarte un cuento
Triste, frío y violento quizá un poco sangriento
Sonrisas y lamentos, sueños en el pavimento
Disfruta tu momento, hasta el último aliento
Cierra los ojos y escucha
Que voy a contarte un cuento
Triste, frío y violento quizá un poco sangriento
Sonrisas y lamentos, sueños en el pavimento
Disfruta tu momento, hasta el último aliento
(Que pinche vida, ese yo solo quiero que quede claro)
(Que no estoy arrepentido, estoy puesto para lo que venga)
(Ya como toque y a ver como nos toca, México Santa Grifa)
(En tu barrio carnal la SG al mando hasta la tumba)
Um Conto
Feche os olhos e ouça
Vou contar uma história para vocês
Triste, frio e violento, talvez um pouco sangrento
Sorrisos e lamentos, sonhos na calçada
Aproveite o momento, até o último suspiro
Era uma vez, naquele beco
Onde só cholos carecas se reuniam
Em uma atmosfera muito legal
Madrugadas de gravação
Abrindo outra garrafa grande
A imaginação alçou voo
Tocamos uma música
Aquele maldito demônio estava à solta
Viajamos por todo o México
Fazer rap em eventos
Conhecemos pessoas muito legais
Aquele tipo de pessoa que você nunca esquece
Se eu precisasse de seguro-desemprego
Ele chutou curto no canto
O tempo passou, droga
Quase todos os meus amigos morreram
Amigos desaparecidos
Nunca mais os vi
Tenho muitas lembranças
É por isso que estou jogando outra poça no chão
Enquanto contemplo o céu
Feche os olhos e ouça
Vou contar uma história para vocês
Triste, frio e violento, talvez um pouco sangrento
Sorrisos e lamentos, sonhos na calçada
Aproveite o momento, até o último suspiro
Feche os olhos e ouça
Vou contar uma história para vocês
Triste, frio e violento, talvez um pouco sangrento
Sorrisos e lamentos, sonhos na calçada
Aproveite o momento. Até o seu último suspiro
(E aí, mano? Tudo bem?)
(Vamos fumar um baseado ou não?)
(Estou com vontade de gravar algo para a vizinhança)
(Tal como os temas do cão do Santo Graal, para o Chile)
(Na verdade, eu estava escrevendo uma carta, veja só)
(Wacha)
Às vezes, não sei quem diabos eu sou
Inalando um monte de porcaria
No bairro, acendendo a fogueira do mosh pit
É para isso que vivo, é por isso que me dedico por completo
Não sei para onde vou, mas sei de onde vim
O comboio está me seguindo, eu tenho a peça
Que comece essa festa!
Deixa ele em paz, eu não sou puritana
Se eu bebesse água maluca quando criança
Houve algumas brigas nas ruas
E eu sempre era o primeiro
Ele estava pulando por todos os seus amigos
Mas quando chegar a sua vez, será a sua vez
Não importa aonde você vá
Lembre-se de que tudo que começa
Um dia isso acaba
Não posso ser eterno
O que eu posso fazer é imortalizar minhas histórias
A tenra criança morreu há muito tempo
Sou um poeta que captura suas memórias
Dias de sorte, dias gloriosos
Dias de morte, mães que choram
Que o Altíssimo me abençoe na hora da minha hora
Façam o que quiserem com a minha alma pecadora
(Faça o que quiser com a minha alma pecadora)
Feche os olhos e ouça
Vou contar uma história para vocês
Triste, frio e violento, talvez um pouco sangrento
Sorrisos e lamentos, sonhos na calçada
Aproveite o momento, até o último suspiro
Feche os olhos e ouça
Vou contar uma história para vocês
Triste, frio e violento, talvez um pouco sangrento
Sorrisos e lamentos, sonhos na calçada
Aproveite o momento, até o último suspiro
Meu amigo está tendo alucinações
Uma dose de substância para o suéter
Meu amigo está tendo alucinações
Uma dose de substância para o suéter
Tudo começou em 2013
Encontrei uns amigos que ficaram tipo, "O que há de errado com aquele cara?"
Venha até o bairro e vamos bater um papo de verdade
E enquanto eu estava enlouquecendo e fazendo rap nas paredes
Combina a atmosfera, diferentes bairros
Puro criminoso, na visão do povo
Mesmo que você só perceba isso em sua mente
Fazendo música para cada alma maligna
Da sativa negativa, obtemos vibrações positivas
Criando rimas que motivam
E as memórias que são revividas
Vivendo esse estilo de vida
Fazendo rap até hoje
É assim que eu sustento minha família
Sem precisar fingir que está doente
Feche os olhos e ouça
Vou contar uma história para vocês
Triste, frio e violento, talvez um pouco sangrento
Sorrisos e lamentos, sonhos na calçada
Aproveite o momento, até o último suspiro
Feche os olhos e ouça
Vou contar uma história para vocês
Triste, frio e violento, talvez um pouco sangrento
Sorrisos e lamentos, sonhos na calçada
Aproveite o momento, até o último suspiro
(Que vida de merda, só quero deixar isso claro)
(Não me arrependo, estou pronto para o que vier)
(Veremos como corre, México Santa Grifa)
(Na sua vizinhança, mano, a SG manda até o fim)
Composição: La Santa Grifa