Criaturas de la Noche (part. Aitor)
Vástago, descendiente de Caín
Criatura de la noche que vaga sin fin
En busca de alimento, no es un cuento de terror
Lucho a muerte cada noche con mi bestia interior
Un mordisco en mi cuello y ni una gota derramada
Lo siguiente que recuerdo es mi cuerpo en la calzada
Proteger la mascarada es la misión
Me llaman vampiro, de la noche dueño y señor
El ser humano para mi solo es ganado
No me busques puedo estar en cualquier lado
Soy un ser de rostro pálido y helado
Vengo de un mundo que nunca has imaginado
Son ya muchos siglos viviendo en las sombras
No soy un Nosferatu, pero a mi el Sol me derrumba
Vivir eternamente es mi condena, es mi condena
Dormiré tranquilamente mientras mi copa este llena, de sangre
Son criaturas, de la noche
Son letales, inmortales
Cazadores, implacables
Si te encuentran, tiembla, teme, por tu vida
Vivo guardando un secreto
Algo terrible hay en mi corazón
Solo la Luna y algunos que han muerto conocen mi autentico yo
Corro desnudo en un bosque no temo a nada
Pisando la hierba fresca sintiendo el viento en la cara
No necesito la luz ni cazar con armas
Mi olfato es extraordinario mi vista esta agudizada
Busco una presa y ya puedo sentir su miedo
Escuchando el latido que se acelera dentro del pecho
Tengo los músculos fuertes para saltar
Y con solo una dentellada desgarro una yugular
Puedo saciar mi apetito con un venado
No creas en las leyendas pues tengo parte de humano
He convivido con ellos durante siglos
También he tenido amigo incluso me he enamorado
Más quien descubra mi enigma es despedazado
Para conocer mi plan el mortal no esta preparado
Su raza es la más dañina y los años me han enseñado
Que el miedo es mezquino y he de matar al hombre asustado
Son criaturas, de la noche
Son letales, inmortales
Cazadores, implacables
Si te encuentran, tiembla, teme, por tu vida
Esta es mi calamidad, yo solo en la eternidad
En toda la humanidad, en quien puedo confiar
Si, ahí fuera están deseando cogerme y darme caza
Han puesto precio a la sangre de mi raza
Desde aquel día cuando recibí mi abrazo
El mundo real me hecho hacia fuera de un portazo
¿Dónde prefieres en el cuello o en el brazo?
No tengas miedo solo ven a mi regazo
Unidos por un lazo, de sangre por supuesto
Serás mi compañera hasta los restos (hasta los restos)
No vivo en un mundo fácil de entender
Sigo exactamente igual que ayer, yo no puedo envejecer
Esta dependencia no para de molestarme
Ni yo me conozco cuando hay carencia de sangre
Soy vampiro, elegante y discreto
Y tengo que morderte ahora que sabes mi secreto
Son criaturas, de la noche
Son letales, inmortales
Cazadores, implacables
Si te encuentran, tiembla, teme, por tu vida
Sufro con este secreto
No me conoces del todo mi amor
Lo mismo que me hace eterno me aleja de ti y
No soporto el dolor
Tengo el instinto asesino del cazador
Mi estirpe es la del mayor depredador
Un purasangre del reino licántropo
A voluntad me transformo, tengo el control
Veras si muerdo tu carne y quedas con vida
Te advierto que es doloroso el veneno de mi saliva
Es distinto nacer con los genes a ser convertida
Un monstruo dominaría tu ser y tu matarías
Seres queridos devorarías poseída desorientada
Despertarías aturdida sin recordar nada
Hombres y lobos te buscarían y para
Poder salvarte tendrías que vivir casi enjaulada
Mi lado humano no puede vivir sin ti
Y arde un demonio en mi, pues sé que tengo que elegir
Entre verte envejecer hasta morir, despedirme y huir
A convertirte en una bestia y hacerte sufrir
Son criaturas, de la noche
Son letales, inmortales
Cazadores, implacables
Si te encuentran, tiembla, teme, por tu vida
Criaturas da Noite (part. Aitor)
Filho, descendente de Caim
Criatura da noite que vaga sem fim
Em busca de alimento, não é conto de terror
Luto até a morte cada noite com minha besta interior
Uma mordida no meu pescoço e nem uma gota derramada
A próxima coisa que lembro é meu corpo na calçada
Proteger a mascarada é a missão
Me chamam de vampiro, da noite sou o dono e senhor
O ser humano pra mim só é gado
Não me procure, posso estar em qualquer lado
Sou um ser de rosto pálido e gelado
Vim de um mundo que você nunca imaginou
Já são muitos séculos vivendo nas sombras
Não sou um Nosferatu, mas o Sol me derruba
Viver eternamente é minha condena, é minha condena
Dormirei tranquilamente enquanto meu copo estiver cheio, de sangue
São criaturas, da noite
São letais, imortais
Caçadores, implacáveis
Se te encontram, treme, teme, pela sua vida
Vivo guardando um segredo
Algo terrível há no meu coração
Só a Lua e alguns que já morreram conhecem meu verdadeiro eu
Corro nu em uma floresta, não temo nada
Pisando na grama fresca, sentindo o vento no rosto
Não preciso da luz nem caçar com armas
Meu olfato é extraordinário, minha visão está aguçada
Busco uma presa e já posso sentir seu medo
Ouvindo o coração acelerar dentro do peito
Tenho músculos fortes pra saltar
E com só uma dentada, rasgo uma jugular
Posso saciar meu apetite com um venado
Não acredite nas lendas, pois tenho parte de humano
Convivi com eles durante séculos
Também tive amigos, até me apaixonei
Mas quem descobrir meu enigma é despedaçado
Pra conhecer meu plano, o mortal não está preparado
Sua raça é a mais daninha e os anos me ensinaram
Que o medo é mesquinho e eu tenho que matar o homem assustado
São criaturas, da noite
São letais, imortais
Caçadores, implacáveis
Se te encontram, treme, teme, pela sua vida
Esta é minha calamidade, eu só na eternidade
Em toda a humanidade, em quem posso confiar
Sim, lá fora estão desejando me pegar e me caçar
Colocaram preço no sangue da minha raça
Desde aquele dia quando recebi meu abraço
O mundo real me jogou pra fora de um portão
Onde você prefere, no pescoço ou no braço?
Não tenha medo, só venha ao meu colo
Unidos por um laço, de sangue, claro
Você será minha companheira até o fim (até o fim)
Não vivo em um mundo fácil de entender
Continuo exatamente igual a ontem, não posso envelhecer
Essa dependência não para de me incomodar
Nem eu me conheço quando falta sangue
Sou vampiro, elegante e discreto
E tenho que te morder agora que sabe meu segredo
São criaturas, da noite
São letais, imortais
Caçadores, implacáveis
Se te encontram, treme, teme, pela sua vida
Sofro com esse segredo
Você não me conhece por completo, meu amor
O mesmo que me faz eterno me afasta de você e
Não suporto a dor
Tenho o instinto assassino do caçador
Minha linhagem é a do maior predador
Um puro-sangue do reino licantropo
A vontade me transformo, tenho o controle
Verá se mordo sua carne e você fica viva
Te aviso que é doloroso o veneno da minha saliva
É diferente nascer com os genes do que ser convertida
Um monstro dominaria seu ser e você mataria
Seres queridos devoraria, possuída, desorientada
Despertaria aturdida, sem lembrar de nada
Homens e lobos te procurariam e pra
Poder te salvar, teria que viver quase enjaulada
Meu lado humano não pode viver sem você
E arde um demônio em mim, pois sei que tenho que escolher
Entre te ver envelhecer até morrer, me despedir e fugir
Ou te transformar em uma besta e fazer você sofrer
São criaturas, da noite
São letais, imortais
Caçadores, implacáveis
Se te encontram, treme, teme, pela sua vida
Composição: Santaflow, Aitor