Tradução gerada automaticamente
La Sifrina de Puerto Rico
Santiago Rojas
A Sifrina de Porto Rico
La Sifrina de Puerto Rico
Não sei por que meu destinoNo sé por qué mi destino
Sempre me pega e me leva diretoSiempre me agarra y me llava derechito
Pra onde não quero e, mesmo querendo, não possoDonde no quiero y aunque quisiera no puedo
Chegar mais alto, onde há frutos madurinhosLlegar más alto donde hay frutos maduritos
Que, mesmo não pegando muito, me contento com poucoQue aunque no agarro bastante, me conformo con poquito
Por isso quero contar pra vocêsPor eso quiero contarles
A grande decepção que tive em Porto RicoEl chasco grande que me llevé en Puerto Rico
Uma garota com cara de ricaUna muchacha con carita de sifrina
Perguntou a outra: de onde é esse cara?Preguntó a otra ¿de dónde era ese choco?
E como me viu arrumado, achou que eu era ricoY como me vio pulío pensaba que yo era rico
Sabendo que ela gostavaSabiendo que le gustaba
Tudo me facilitou, igual a um mango maduroTodo me lo puso fácil igual que mango bajito
Eu, turista apaixonadoYo turista enamorado
E um pouco passado de bebida, caí na armadilha tranquiloY un poco pasao de tragos caí en la trampa mansito
Eu disse que tinhaYo le dije que tenía
Na minha terra um paraísoEn mi tierra un paraíso
Um rancho com muito gadoHato con mucho ganado
E tudo lá era bonitoY aquello todo bonito
Cavalos de pura raçaCaballos de pura sangre
Que valiam cem mil e poucoQue valian cien mil y pico
E no calabouço do GuaricoY en calabozo del guarico
Tinha um prédio enormeTenía tremendo edificio
Ouvindo minhas mentirasOyendome los embustes
Ela disse: Já, meu amorMe dijo: Ya mi amorcito
Quando eu for pra VenezuelaCuando vaya a Venezuela
Com certeza vou te visitarSeguro que te visito
Mas antes de eu sairPero anttes de que yo salga
Primeiro te avisoPrimero te comunico
E quando chegar na sua cidadeY cuando llegue a tu pueblo
Pergunto e depois te localizoPregunto y luego te ubico
Quando voltei de viagemCuando llegué de regreso
Fui pro mato onde tenho meu ranchoSalí hacia el monte donde tengo mi ranchito
Mas na minha cabeça nem passavaPero por mi mente ni siquiera me pasaba
Que não é longe daqui até Porto RicoQue no está lejos desde aquí hasta Puerto Rico
E que os aviões voam pra lá e pra cá a todo momentoY que los aviones vuelan pa'llá y pa'cá ca' ratico
Justamente uma semana depoisJustamente a la semana
Eu estava pendurando meu chinchorroEstaba yo guindando mi chinchorrito
E um helicóptero voava quase no telhadoY un elicoptero volaba casi en el techo
Do rancho de palha que tenho no conuquitoDel rancho de palma que tengo en el conuquito
E no pátio tinha deixado assando uns topochitosY en el patio había dejado asando unos topochitos
Qual seria minha grande surpresaCual sería mi gran sorpresa
Quando vi que a rica aterrizou naquele bichoCuando vi que la sifrina aterrizó en ese bicho
Pensei em sair correndoYo pensé irme corriendo
Mas como fazia se a garota já tinha me visto?¿Pero como hacía si ya la muchacha me había visto?
Quando saí correndoCuando yo salí corriendo
Me enrosquei e caí no chãoMe enredé y caí en el piso
E a bendita ricaY la bendita sifrina
Se soubesse o que fezSi supieran lo que hizo
Me deu uma surra no chãoMe cayó a palo en el suelo
E me dizia: olha, garotoY me decía mira chico
Vim cobrar o pão de fornoVine a cobrarte el pan de horno
Que te vendi em Porto RicoQue te vendí en Puerto Rico
Quando você foi na minha casaCuando fuiste a minación
Me jurou que era ricoMe juraste que eras rico
Hoje que eu venho na suaHoy que yo vengo a la tuya
Descubro que você é um lisoDescubro que eres un limpio
E queria casar com a ricaY querias casar sifrina
Te deixou com cara de tontoTe quedado el ojo arizco
Vou voltar pra minha terraMe largo para mi tierra
E não seja tão safado!¡Y no sea usted tan safrisco!
Naquela época eu tinhaYo en ese tiempo tenía
Lá no fundo, trabalhando com uns velhinhosAllá en el fundo trabajando a unos viejitos
Meu xará, Don Santiago MaldonadoA mi tocayo don santiago maldonado
Montano e Álvaro, Betancourt e AgapitoMontano y alvaro, betancour y agapito
E o negro Manuel Toledo, que chamavam de TabaquitoY el negro manuel toledo que le decían: Tabaquito
Quando chegaram do matoCuando llegaron del monte
E me encontraram arrastando pelo chãoY me encontraron arrastrando por el piso
Me perguntaram se aquela garota era uma karatecaMe preguntaron si esa chica era un china
Tão boa que me deu um chute até na caraTan karateka que me pateó hasta en el pico
E ela disse: Se calem, negros cor de chorizoY ella les dijo: Se callan negros color de chorizo
Culpado aberto, MayoraCulpabre aberto mayora
Valerio e Don Miguel Mora que conversaram um poucoValerio y don Miguel mora que le hablaron un ratico
Dizendo: Esse cantorDiciendole: Ese cantante
Cada vez que grava, vende quinze milhões de discosCada vez que graba vende quince millones de discos
Quando a rica foi emboraCuando se fue la sifrina
Eu comentava sozinhoYo comentaba solito
Deveria ter pedido comidaLe hubiera pedío comida
Não tenho nem um pouquinhoYo no tengo ni un poquito
Me restava uma sardinhaMe quedaba una sardina
E uma caixa de diablitoY una caja de diablito
E um pão salgado muito duroY un pan salado muy duro
Como pra dar uma mordidaComo pa darle un mordisco
Me contam que a ricaMe cuentan que la sifrina
Quando chegou a Porto RicoCuando llegó a Puerto Rico
Comentou com a famíliaLe comentó a su familia
Que eu era um pobre doidoQue yo era un pobre loquito
Que só tinha na selvaQue solo tenía en la selva
Um rancho cheio de piolhosUn rancho lleno de piojitos
E um grupo de operários velhosY un grupo de obreros viejos
Mortos de fome e magrinhosMuertos del habré y flaquitos



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