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Atlântida

Sarah Toscano

Atlantide

Io vorrei darti la mia parola
Dirti: non vedo l'ora dimenticarmi tutto quanto
Io vorrei dirti che non ho voce
Per non dover parlare che non so scegliere più

Uscivo fuori casa con le ossa distrutte
La mente innamorata, ma di cose astratte
Ora non so che fare, non so più dove andare
Mi devo abituare

Ero persa in un vortice, come chiusa in un margine
Ti chiedevo le favole come il mare di Atlantide
Ho paura e lo ammetto, sono mesi che aspetto
Adesso cambio direzione, ma non cambio l'intenzione

Non ho niente da diré, voglio uscire dal margine
Almeno prova a capire quanto male fa andarsene
Starò lì che ti aspetto dall'altra parte del mondo
Adesso cambio direzione, ma non cambio l'intenzione

Sono solo più di corsa, con le mani nella tasca
E le tue chiavi sempre in borsa
Ma dai, non voltarti anche stavolta
Nei tuoi occhi vedo tutto, non mi serve di più

Io continuo a chiedermi se sono io che sbaglio
Se ho perso tempo e non ti ho dedicato tutto
Ma adesso so che fare, so dove andare
Mi devo abituare

Ero persa in un vortice, come chiusa in un margine
Ti chiedevo le favole come il mare di Atlantide
Ho paura e lo ammetto, sono mesi che aspetto
Adesso cambio direzione, ma non cambio l'intenzione

Non ho niente da diré, voglio uscire dal margine
Almeno prova a capire quanto male fa andarsene
Starò lì che ti aspetto dall'altra parte del mondo
Adesso cambio direzione, ma non cambio l'intenzione

Atlântida

Eu queria te dar a minha palavra
Te dizer: Não vejo a hora de esquecer tudo
Eu queria te dizer que não tenho voz
Para não ter que falar que não sei mais escolher

Eu saía de casa com os ossos destruídos
A mente apaixonada, mas por coisas abstratas
Agora não sei o que fazer, não sei mais para onde ir
Eu tenho que me acostumar

Eu estava perdida em um redemoinho, como se estivesse presa
Eu te pedia fábulas, como o mar de Atlântida
Tenho medo e admito, faz meses que eu espero
Agora mudo de direção, mas minha intenção não muda

Não tenho nada a dizer, quero me libertar
Pelo menos tente entender o quanto dói partir
Estarei lá, te esperando do outro lado do mundo
Agora mudo de direção, mas minha intenção não muda

Só estou com mais pressa, com as mãos no bolso
E as suas chaves sempre na bolsa
Ah, vamos, não se vire também desta vez
Nos seus olhos eu vejo tudo, não preciso de mais nada

Eu continuo me perguntando se sou eu que estou errada
Se perdi tempo e não te dediquei tudo
Mas agora eu sei o que fazer, sei para onde ir
Eu tenho que me acostumar

Eu estava perdida em um redemoinho, como se estivesse presa
Eu te pedia fábulas, como o mar de Atlântida
Tenho medo e admito, faz meses que eu espero
Agora mudo de direção, mas minha intenção não muda

Não tenho nada a dizer, quero me libertar
Pelo menos tente entender o quanto dói partir
Estarei lá, te esperando do outro lado do mundo
Agora mudo de direção, mas minha intenção não muda

Composição: Sarah Toscano, Chris Nolan, Michele Bargigia