Silencio
Te busco en las sombras de un bosque olvidado
En cada mirada que te he dedicado
Tu risa escondida, tu ego apagado
El eco del tiempo mi alma ha matado
Tu nombre me pesa como un viejo abrigo
Que guarda recuerdos de un enemigo
Los días me gritan que ya no hay regreso
Las noches se rompen en algún exceso
Quise confiarte lo que más guardaba
Pero tus manos todo lo quebraban
Fuimos amigos, hoy somos espadas
Un lazo que muere y que en odio se acaba
Helada la sangre, tornamos distantes
Marcaste traiciones con tu frialdad
Que asoma en tus manos, ya no hay piedad
De paso al infierno te quieres librar
¡Silencio!
¡Desprecio!
¡Silencio!
¡Silencio!
Quise salvarlo, todo fue en vano
Tu mano era agua, yo solo era barro
En cada promesa que hicimos al vernos
Solo encontraba desprecio y silencio
Te veo en las ruinas de un mundo acabado
Herida cerrada, herida olvidada
Que vaya muy bien, hoy te doy por perdido
No quiero saber más de ti, malnacido
Quise confiarte lo que más guardaba
Pero tus manos todo lo quebraban
Fuimos amigos, hoy somos espadas
Un lazo que muere y que en odio se acaba
Helada la sangre, tornamos distantes
Marcaste traiciones con tu frialdad
Que asoma en tus manos, ya no hay piedad
De paso al infierno te quieres librar
¡Silencio!
¡Desprecio!
¡Silencio!
¡Silencio!
No vivo el engaño, lo dejo en el viento
La suerte está echada, se acaba el intento
No busco lamentos, no quiero perdones
Que caigan al suelo tus falsas razones
Quise confiarte lo que más guardaba
Pero tus manos todo lo quebraban
Fuimos amigos, hoy somos espadas
Un lazo que muere y que en odio se acaba
Helada la sangre, tornamos distantes (ooh, ooh, ooh, ooh)
Marcaste traiciones con tu frialdad (ooh, ooh, ooh, ooh)
Que asoma en tus manos, ya no hay piedad (ooh, ooh, ooh, ooh)
De paso al infierno te quieres librar
¡Silencio!
¡Desprecio!
¡Silencio!
¡Silencio!
Silêncio
Te busco nas sombras de uma floresta esquecida
Em cada olhar que te dediquei
Teu riso escondido, teu ego apagado
O eco do tempo minha alma matou
Teu nome pesa como um velho casaco
Que guarda lembranças de um inimigo
Os dias gritam que não há mais retorno
As noites se quebram em algum excesso
Quis te confiar o que mais guardava
Mas tuas mãos tudo quebravam
Fomos amigos, hoje somos espadas
Um laço que morre e que em ódio se acaba
Sangue gelado, nos tornamos distantes
Marcastes traições com tua frieza
Que aparece em tuas mãos, já não há piedade
De um passo pro inferno queres te livrar
Silêncio!
Desprezo!
Silêncio!
Silêncio!
Quis salvar tudo, foi em vão
Tua mão era água, eu só era barro
Em cada promessa que fizemos ao nos ver
Só encontrava desprezo e silêncio
Te vejo nas ruínas de um mundo acabado
Ferida fechada, ferida esquecida
Que vá muito bem, hoje te dou por perdido
Não quero saber mais de ti, maldito
Quis te confiar o que mais guardava
Mas tuas mãos tudo quebravam
Fomos amigos, hoje somos espadas
Um laço que morre e que em ódio se acaba
Sangue gelado, nos tornamos distantes
Marcastes traições com tua frieza
Que aparece em tuas mãos, já não há piedade
De um passo pro inferno queres te livrar
Silêncio!
Desprezo!
Silêncio!
Silêncio!
Não vivo a ilusão, deixo no vento
A sorte está lançada, acaba a tentativa
Não busco lamentos, não quero perdões
Que caiam ao chão tuas falsas razões
Quis te confiar o que mais guardava
Mas tuas mãos tudo quebravam
Fomos amigos, hoje somos espadas
Um laço que morre e que em ódio se acaba
Sangue gelado, nos tornamos distantes (ooh, ooh, ooh, ooh)
Marcastes traições com tua frieza (ooh, ooh, ooh, ooh)
Que aparece em tuas mãos, já não há piedade (ooh, ooh, ooh, ooh)
De um passo pro inferno queres te livrar
Silêncio!
Desprezo!
Silêncio!
Silêncio!
Composição: Nicolás Del Hierro Cano