The Mask Of Anarchy
Waging wars on liberty, under a veil of secrecy
In procession it arrived one by one and side by side
To stamp out the sense of will, dead earth upon dead earth we till
Until in union we praise, thou art god and king and grace
On a white horse it arrived
Expressionless like one deprived
He is anarchy no less
And on his brow the shadow rests
Trampling over English land
Blood of the commoner on hand
And in the blood swept deluge claim
The right to govern in its name
What is slavery you could tell? To taste freedom and taste well
Yet when its very name has grown a mere echo of its own
And forced upon this forgery, this life blood of society
A measure of what you believe, no more value than you see
It is to be a slave in soul and to hold no strong control
Over your own wills but be all that others make you see
And so accept the consequence behind the walls of our defense
Afraid to see beyond the mask in the final blood stained task
In the hour of the dark, a cornered hunter bares his mark
Cast into the abyss, screaming whirlwinds cry sadness
I cannot see, I cannot feel, only anger rising
Like a cancer spreading now, lonely life subsiding
I am frozen emotion gone in the pandemonium
All is lost all is spent, lost inside and hiding
Rise like lions after slumber
In un vanquish able number
Shake your chains to earth like dew
Which in sleep had fallen on you
You are many they are few
You are many they are few
A Máscara da Anarquia
Travando guerras pela liberdade, sob um véu de segredo
Em procissão chegou um a um e lado a lado
Para apagar o sentido de vontade, terra morta sobre terra morta que cultivamos
Até que em união louvemos, tu és deus, rei e graça
Num cavalo branco chegou
Sem expressão como quem foi privado
Ele é anarquia, não menos
E em sua testa a sombra repousa
Pisoteando a terra inglesa
Sangue do plebeu em suas mãos
E na enxurrada de sangue que varre
O direito de governar em seu nome
O que é escravidão, você poderia dizer? Provar a liberdade e saborear bem
Mas quando seu próprio nome se tornou um mero eco de si mesmo
E imposto sobre essa falsificação, este sangue vital da sociedade
Uma medida do que você acredita, não mais valor do que você vê
É ser um escravo na alma e não ter controle forte
Sobre suas próprias vontades, mas ser tudo que os outros fazem você ver
E assim aceitar a consequência por trás das paredes da nossa defesa
Com medo de ver além da máscara na última tarefa manchada de sangue
Na hora da escuridão, um caçador encurralado mostra sua marca
Lançado no abismo, gritos de redemoinhos clamam tristeza
Não consigo ver, não consigo sentir, apenas a raiva crescendo
Como um câncer se espalhando agora, vida solitária murchando
Estou congelado, emoção perdida no pandemônio
Tudo está perdido, tudo se foi, perdido dentro e escondido
Levantem-se como leões após o sono
Em número invencível
Sacuda suas correntes na terra como orvalho
Que em sono havia caído sobre vocês
Vocês são muitos, eles são poucos
Vocês são muitos, eles são poucos