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Azul Claro

Sayaka

Mizuiro

ねえまだ... いまでもひとりここにいるよ
nee mada... ima demo hitori koko ni iru yo
かかげたゆめのあと たえずひきずっていても
kakageta yume no ato taezu hikizutte itemo
あれから。すべてをみたよ、きみのそばで
are kara. subete wo mita yo, kimi no soba de
ぜつぼうもきぼうも、ときにはかないゆめさえ
zetsubou mo kibou mo, toki ni hakanai yume sae

こおりつくなつのかぜ はれすぎたあさ
kooritsuku natsu no kaze haresugita asa
ふかいきりがつつんでく
fukai kiri ga tsutsundeku
きみにおもいがとどくまで、きっと
kimi ni omoi ga todoku made, kitto
はてしないうみをおよぐだろう
hateshinai umi wo oyogu darou

ようしゃなくきずつけられて、きずつけてく
yousha naku kizutsukerarete, kizutsuketeku
こんなくりかえしが、あとどれくらいつづくの
konna kurikaeshi ga, ato dore kurai tsudzuku no?
だれかにわらってほしくて、このこころは
dareka ni waratte hoshikute, kono kokoro wa
きずもけせないまま、あたたかなばしょさがした
kizu mo kesenai mama, atatakana basho sagashita

とおざかるあのそらに、てがとどかない
toozakaru ano sora ni, te ga todokanai
どんなにとびたくても
donna ni tobitakutemo
とわに、はねなんてはえないと
towa ni, hane nante haenai to
ずっと なんどとなくおもいしる
zutto nando to naku omoishiru

あのなみだ、だれがぬぐうの
ano namida, dare ga nuguu no?
だれがきみをだきしめる
dare ga kimi wo dakishimeru?
どうして?まもれない?いつも
doushite? mamorenai? itsumo
いちばんにだいじなものだけ
ichiban ni daiji na mono dake

こころ、けりたおしたら「すべてこわすの
kokoro, kerita oshitara "subete kowasu no?"
どうかたたきこわして
douka tatakikowashite
にどともどりはしないもの
nido to modori wa shinai mono
そっと、われていくGARASUのように
sotto, warete iku GARASU no you ni
さいしゅうしょうのPE-JI
saishuushou no PE-JI
あこがれたその、きみのやさしいてのなか
akogareta sono, kimi no yasashii te no naka
すべて、すべてがそこにある
subete, subete ga soko ni aru
きっと
kitto
いつの日もわすれずにわらって
itsunohi mo wasurezu ni waratte

Azul Claro

ei, ainda... agora estou aqui sozinho
mesmo puxando os sonhos que deixei pra trás
desde então, vi tudo, ao seu lado
desespero e esperança, até mesmo os sonhos efêmeros...

o vento frio do verão, uma manhã ensolarada demais
uma névoa densa nos envolve
até que meus sentimentos cheguem a você, com certeza...
acho que vou nadar em um mar sem fim

sem piedade, me machucam, e eu machuco também
quanto tempo mais essa repetição vai durar?
quero que alguém ria, mas meu coração
não consegue apagar as feridas, procurei um lugar quente...

naquele céu distante, minha mão não alcança
não importa o quanto eu queira voar...
para sempre, eu percebo que não tenho asas
sempre pensando, repetidamente

aquelas lágrimas, quem vai enxugar?
quem vai te abraçar?
por que? não consigo proteger? sempre...
apenas as coisas mais importantes

coração, se eu quebrar isso, "vai destruir tudo?"
por favor, bata e quebre
não há volta, não há como voltar
suavemente, como um vidro se quebrando
na página final
naquele lugar que eu tanto desejei, em suas mãos gentis
tudo, tudo está lá
com certeza...
sem esquecer, sempre sorrindo