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Trono da Maré do Sul

Scarlet Cross

Throne of the Southern Tide

(Hey-ya, hey-ya-oh, hey-ya-ho)
(Hey-ya, hey-ya-oh, hey-ya-ho)

From Kattegat's soil, the raven took flight
A young farmer challenging the ocean's might
He looked to the West, where the Sun meets its grave
And swore that new worlds to his people he gave
With timbers of oak and the runes in his hand
Ragnar Lothbrok reshaped all the land

The high walls of Paris beheld his decree
The king of the Northmen, a master of the sea
But fate is a rope that the Nornir will twine
In a pit full of serpents, the giant's decline
The Kingdom of Wessex then shook with his cry
How the piglets will grunt when they know how I die

Raven's feast for The longboat king
Ragnar's legacy on the salty wind
From a farmer's strength to an empire's throne
The fate of a dynasty forever known

Now Bjorn's iron will rides the wave of the south
Through the coils of the serpent, to destiny's mouth
The firstborn of iron, whom no blade could tame
The wide Mediterranean conquered his name
Farther than his father, his sails were unfurled
The heirloom of Lothbrok resounded the world

Now old and weary, with his land torn and bled
The arrows in his chest brought no terror or dread
High up on his horse, like a true God of war
His very last breath saved his land evermore
Though Ironside falls, now the myth shall arise
His name is engraved in the infinite skies

Raven's feast for The longboat king
Ragnar's legacy on the salty wind
From a farmer's strength to an empire's throne
The fate of a dynasty forever known

Father and son
At Valhalla's table as one
Skål
(Hey-ya, hey-ya-oh, hey-ya-ho)
(Hey-ya, hey-ya-oh, hey-ya-ho)

Trono da Maré do Sul

(Hey-ya, hey-ya-oh, hey-ya-ho)
(Hey-ya, hey-ya-oh, hey-ya-ho)

Do solo de Kattegat, o corvo alçou voo
Um jovem fazendeiro desafiando o poder do mar
Ele olhou para o Oeste, onde o Sol encontra seu fim
E jurou que novos mundos a seu povo ele daria
Com madeiras de carvalho e as runas em sua mão
Ragnar Lothbrok moldou toda a terra

As altas muralhas de Paris testemunharam seu decreto
O rei dos homens do Norte, um mestre do mar
Mas o destino é uma corda que as Nornas vão entrelaçar
Em um poço cheio de serpentes, a queda do gigante
O Reino de Wessex então tremeu com seu grito
Como os leitõezinhos vão grunhir quando souberem como eu morro

Festa do corvo para o rei do drakkar
O legado de Ragnar no vento salgado
Da força de um fazendeiro ao trono de um império
O destino de uma dinastia eternamente conhecido

Agora a vontade de ferro de Bjorn navega na onda do sul
Através das voltas da serpente, até a boca do destino
O primogênito de ferro, que nenhuma lâmina pôde domar
O vasto Mediterrâneo conquistou seu nome
Mais longe que seu pai, suas velas se abriram
A herança de Lothbrok ecoou pelo mundo

Agora velho e cansado, com sua terra rasgada e sangrando
As flechas em seu peito não trouxeram terror ou medo
Lá em cima em seu cavalo, como um verdadeiro Deus da guerra
Seu último suspiro salvou sua terra para sempre
Embora Ironside caia, agora o mito vai surgir
Seu nome está gravado nos céus infinitos

Festa do corvo para o rei do drakkar
O legado de Ragnar no vento salgado
Da força de um fazendeiro ao trono de um império
O destino de uma dinastia eternamente conhecido

Pai e filho
Na mesa de Valhalla como um só
Skål
(Hey-ya, hey-ya-oh, hey-ya-ho)
(Hey-ya, hey-ya-oh, hey-ya-ho)

Composição: Jason Priéster, Allan Crimson