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Aquele Que Assombra

Scars of Chaos

Celui Qui Hante

Celui qui hante m'apporte la haine
Il a le visage du fossoyeur de mon humanité
Fasciné jusqu'à l'horreur du sang de mes veines
Il ne cesse de couler, menant ma destinée

Celui qui hante chante la mort du rêve
Psalmodiant son poison sans trêve

Ainsi le monde meurt de mon regard
De mes yeux, il prend sa teinte au désespoir
A mes yeux, il rend leur vie insignifiante
Et érige au mépris une statue ardente

*Celui qui hante m'apporte la haine
*Il a le visage du fossoyeur de mon humanité
*Fasciné jusqu'à l'horreur du sang de mes veines
*Il ne cesse de couler, menant ma destinée

La connaissance, son servant,
Démon des lumières, mort des ténèbres /
Amenant dans son sillage ses princes et suivants,
sciences de notre négation/
L'élévation, son pendant de l'obscur, brûlante et funèbre/
Elle résonne du chaos, de sa corruption...
Elle est maîtresse de l'illusion/

Priez, mes frères, les dieux d'un panthéon sanglant
Agenouillez vous devant vos absurdes idoles
De ces créatures qui devaient servir votre élan
Aux noms desquelles des fidèles s'immolent

Heureux ceux qui meurent le sourire aux lèvres
Ignorants des visions la fièvre...

*Celui qui hante m'apporte la haine
*Il a le visage du fossoyeur de mon humanité
*Fasciné jusqu'à l'horreur du sang de mes veines
*Il ne cesse de couler, menant ma destine

Aquele Que Assombra

Aquele que assombra me traz o ódio
Ele tem o rosto do coveiro da minha humanidade
Fascinado até o horror do sangue nas minhas veias
Ele não para de escorrer, guiando meu destino

Aquele que assombra canta a morte do sonho
Salmodiando seu veneno sem trégua

Assim o mundo morre pelo meu olhar
De meus olhos, ele ganha sua cor no desespero
Aos meus olhos, ele torna a vida insignificante
E ergue ao desprezo uma estátua ardente

*Aquele que assombra me traz o ódio
*Ele tem o rosto do coveiro da minha humanidade
*Fascinado até o horror do sangue nas minhas veias
*Ele não para de escorrer, guiando meu destino

O conhecimento, seu servo,
Demônio das luzes, morte das trevas /
Trazendo em seu rastro seus príncipes e seguidores,
ciências da nossa negação/
A elevação, seu oposto do obscuro, ardente e fúnebre/
Ela ressoa do caos, de sua corrupção...
Ela é mestra da ilusão/

Rezem, meus irmãos, para os deuses de um panteão sangrento
Ajoelhem-se diante de suas ídolos absurdos
Dessas criaturas que deveriam servir seu impulso
Em nome das quais fiéis se imolam

Felizes aqueles que morrem com um sorriso nos lábios
Ignorantes das visões da febre...

*Aquele que assombra me traz o ódio
*Ele tem o rosto do coveiro da minha humanidade
*Fascinado até o horror do sangue nas minhas veias
*Ele não para de escorrer, guiando meu destino