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Saia do chão

Sceau de l'Ange

Sortir Du Sol

U matin d’un monde de refrain
Le silence perd le murmure de l’air
Que je tiens au creux de mes mains
J’ai rien à faire à part la poussière
Qui pourrait le rayer jusqu’à l’érayer

Un suspend au cœur de l’instant
Tout est trop vert pour paraître vrai
Trop lent pour prendre son temps
J’ai rien à faire même pas une prière
De tout détail pourrait apparaître entaille

Hier je lisais encore
La ligne d’horizon dans tes paroles
Mais voilà que passent aux abords
Les sombres pensées qui soulèvent le Sol

Se lève le Sol

Ailleurs je vois le décor
Heurté, blessé, froissé, qui se gondole
Déjà perdent le calme, le Nord
Les vapeurs d’álcool au sortir du Sol

Sortir du Sol

Au paysage de l’âme
Sous alarme se tait la mélodie
Sous les brûlures de larmes
S’enflamme la symphonie

Meilleurs que soient les accords
Ou qu’ils soient leurres, cette terre s’affole
Elle est passion, te dévore
Tire la pesanteur et tu tombes au Sol

A l’aide lézardé
Tu ne sais plus
Demander
Je décide
De céder

Le Sol craque et résonne
Etonne, claque, éclate, tonne
Donne écho entre chocs
Qu’entonne t-il? Je l’écoute!
Eclaire t-il l’enterré
Au cœur vide, laissé pour mort?
Creuser la terre? La laisser faire?
Hisser ton corps!

Au fond de toi j’espère
Te sortir du Sol
Que le murmure de l’air
Te console

Sortir du Sol

Saia do chão

U manhã de um mundo de coro
O silêncio perde o murmúrio do ar
Que seguro na palma das minhas mãos
Eu não tenho nada para fazer, exceto poeira
Quem poderia arranhá-lo no chão

Uma pausa no coração do momento
Tudo é verde demais para parecer verdadeiro
Muito lento para levar o seu tempo
Não tenho nada para fazer nem uma oração
Qualquer detalhe pode aparecer nick

Ontem eu estava lendo novamente
O horizonte nas suas letras
Mas aqui vamos nós
Os pensamentos sombrios que elevam o Sol

Levante o chão

Em outros lugares eu vejo a decoração
Golpeado, machucado, amassado, gôndola
Já perca a calma, o Norte
Vapores de álcool saindo do chão

Saia do chão

Na paisagem da alma
Sob alarme está uma melodia silenciosa
Sob as queimaduras das lágrimas
Acender a sinfonia

Melhor que os acordos
Ou eles são chamarizes, esta terra entra em pânico
Ela é paixão, te devora
Atire na gravidade e caia no chão

Com ajuda rachada
Você não sabe mais
perguntar
Eu decido
Dar

O chão racha e ressoa
Incrível, tapa, rajadas, tonelada
Dá eco entre choques
O que ele ouve? Eu escuto!
Ele esclarece os enterrados
Com o coração vazio, deixado para morrer?
Cavando a terra? Deixe ela fazer isso?
Para içar seu corpo!

No fundo de você espero
Saia do chão
Que o murmúrio do ar
Você consola

Saia do chão

Composição: