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Colapso

Secret Rule

Collapse

In our collapse, we stand tall
As our world crumbles, echoes call
Towers of steel, now so frail
Our arrogance, our grandest tale

Towers of steel, we thought we were invincible
But now we see, our foundation's so minuscule
We built our empires on pillars of greed
Blind to the consequences, we refused to heed
Nature's fury, a reflection of our rage
As we pillage and plunder, we seal our own cage
Rivers of poison, skies painted gray
The price we pay for the games we play

In our collapse, we stand tall
As our world crumbles, echoes call
Towers of steel, now so frail
Our arrogance, our grandest tale

Mountains of plastic, oceans of despair
We suffocate in the mess we declare
The cries of the innocent fall on deaf ears
As we drown in our own sea of fears

But in the rubble, a glimmer of hope
A chance to rise from the ashes, to cope
To rebuild a world with compassion and care
Before it's too late, before we despair

In our collapse, we stand tall
As our world crumbles, echoes call
Towers of steel, now so frail
Our arrogance
Shattered skies in the ruins
Hope likes there

The ground beneath us starts to shake
Our foundations
They begin to break, to break
Fading lights, shadows grow
Fear and chaos start to show
Once mighty towers
Now, oh so small
Our pride
Our downfall

In our collapse, we stand tall
As our world crumbles, echoes call
Towers of steel, now so frail
Our arrogance, our grandest tale

In our collapse, we stand tall
As our world crumbles, echoes call
Towers of steel, now so frail
Our arrogance, our grandest tale

Colapso

Em nosso colapso, nos mantemos firmes
Enquanto nosso mundo desmorona, ecos chamam
Torres de aço, agora tão frágeis
Nossa arrogância, nossa maior história

Torres de aço, achávamos que éramos invencíveis
Mas agora vemos, nossa fundação é tão minúscula
Construímos nossos impérios em pilares de ganância
Cegos para as consequências, nos recusamos a ouvir
A fúria da natureza, um reflexo da nossa raiva
Enquanto saqueamos e devastamos, selamos nossa própria jaula
Rios de veneno, céus pintados de cinza
O preço que pagamos pelos jogos que jogamos

Em nosso colapso, nos mantemos firmes
Enquanto nosso mundo desmorona, ecos chamam
Torres de aço, agora tão frágeis
Nossa arrogância, nossa maior história

Montanhas de plástico, oceanos de desespero
Sufocamos na bagunça que declaramos
Os gritos dos inocentes caem em ouvidos surdos
Enquanto afundamos em nosso próprio mar de medos

Mas nos escombros, um brilho de esperança
Uma chance de ressurgir das cinzas, de lidar
Reerguer um mundo com compaixão e cuidado
Antes que seja tarde demais, antes que nos desesperemos

Em nosso colapso, nos mantemos firmes
Enquanto nosso mundo desmorona, ecos chamam
Torres de aço, agora tão frágeis
Nossa arrogância
Céus despedaçados nas ruínas
A esperança ainda existe lá

O chão sob nós começa a tremer
Nossas fundações
Começam a quebrar, a quebrar
Luzes se apagando, sombras crescem
Medo e caos começam a aparecer
Uma vez torres poderosas
Agora, oh tão pequenas
Nosso orgulho
Nossa queda

Em nosso colapso, nos mantemos firmes
Enquanto nosso mundo desmorona, ecos chamam
Torres de aço, agora tão frágeis
Nossa arrogância, nossa maior história

Em nosso colapso, nos mantemos firmes
Enquanto nosso mundo desmorona, ecos chamam
Torres de aço, agora tão frágeis
Nossa arrogância, nossa maior história

Composição: Andy Menario