Ölsem de Bir Kalsam da Bir
nasýl da deðiþtin birden
sanki sen deðildin
baþýn üstüne yeminler eden
nasýl da deðiþtin bilmem
sanki sen deðildin
aþk uðruna ölmekten bahseden
mektuplarýn da olmasa
kendimden þüphe duyardým
yanýlan ben miyim diye
þiirlerin olmasa
aklýmý oynatýrdým
inanamazdým gözlerine
ne yazýk
ne yazýk ki gerçek bu
ölsem de bir kalsam da bir
senin için yok hiç farký
yýllar önce unutulmuþ
dillerden düþmüþ bir þarký
gitsen de bir dönsen de bir
benim için yok ki hiç farký
sanki çoktan unutulmuþ
dillerden düþmüþ bir þarký
bir hýçkýrýk boðazýmda
kalbimi parçalayan
bir isyan büyür boðum boðum
sanki ani bir fýrtýna
önünde kuru bir yaprak gibi
savrulup durduðum
biliyorum, kader deðil
kendi ellerimle kazdýðým
bu mezarý ben kendime
ölüp gitmek hüner deðil
gelde anlat bunu
sýzým sýzým sýzlayan kalbime
ne yazýk dönüþ yok artýk geriye
Se eu Morresse ou Ficasse
como você mudou de repente
parece que você não era você
jurando em cima da minha cabeça
como você mudou, não sei
parece que você não era você
falando sobre morrer por amor
se não fossem suas cartas
eu duvidaria de mim mesmo
me perguntando se sou eu que estou errado
se não fossem seus poemas
eu perderia a razão
não conseguiria acreditar nos seus olhos
que pena
que pena que essa é a verdade
se eu morresse ou ficasse
não faria diferença pra você
uma canção esquecida
que caiu em desuso anos atrás
se você fosse embora ou voltasse
não faria diferença pra mim
parece que já foi esquecido
uma canção que caiu em desuso
um soluço preso na minha garganta
um grito que parte meu coração
uma revolta cresce em mim
como uma tempestade repentina
como uma folha seca na sua frente
eu fico à mercê
sei que não é destino
foi com minhas próprias mãos
que cavei essa cova pra mim
morrer não é talento
vem cá e conta isso
pro meu coração que sangra e chora
que pena, não há mais volta.