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Um rio

Seraphique

A river

Treading water slightly, although I know it is senseless, senseless indeed.
And although I'm changing, I still am bathing in glass-like joy.
Joy that's so fragile, how fragile we are. I drop a hopeless smile...
Treading water slightly, while I'm aware that the rivers never return.
They struggle to the sea, collide, entwine and are carried away.

River, drown me deeply in you, still.

I wander on a foreign stream and the grass on the banks ceases to grow.

Cry me a river to drown my joy, swim my sacrificial ocean.
Waves swell and as they grow tall the water rages with intense anger and cuts through the earth like glass.
When everything's calmed the glass is stained with dried out flakes of soil.

Um rio

Pato levemente, embora eu saiba que é sem sentido, sem sentido de verdade.
E embora eu esteja mudando, ainda estou mergulhando em uma alegria cristalina.
Alegria que é tão frágil, quão frágeis somos. Eu deixo escapar um sorriso sem esperança...
Pato levemente, enquanto sei que os rios nunca voltam.
Eles lutam rumo ao mar, colidem, se entrelaçam e são levados embora.

Rio, me afogue profundamente em você, ainda.

Eu vagueio em um riacho estranho e a grama nas margens para de crescer.

Chore um rio para afogar minha alegria, nade meu oceano sacrificial.
As ondas se elevam e, à medida que crescem, a água se agita com intensa raiva e corta a terra como vidro.
Quando tudo se acalma, o vidro está manchado com flocos secos de terra.

Composição: