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Oza, Oza, Ozaziê

Sergio Brown

Letra

    Não é expressão ativa, nem apocalipse 16
    É a consciência do rap, tentando conscientiza vocês
    Voltando mais consciente, que nunca
    Criticando os crentes, apanhando as prostitutas.
    Defendendo os manos, que são humilhados na prisão
    Indo contra as mentiras, que vejo na televisão
    Batendo de frente, com os play boy
    Obrigando o sistema, a ouvir nossa voz
    A voz da juventude negra, que predomina no brasil
    Que não teme da p.m., não come da civil
    Não paga de chapéu par delegado, não da entrevista par reporte safado
    Mostra sem maquiagem, o que no mundo está errado
    Critica a politica, ou melhor, manda se fd
    Derruba os palanques, ouvir mentira par quer
    Todos nós, estamos sendo roubados
    Lutamos todo dia, nunca vemos resultados
    Abaixa a cabeça não mais, temos que enfrenta
    Toma atitude, revolucionar.
    O rap é força de expressão, ritmo na poesia
    Não faz apologia ao crime, conta a historia da periferia
    Historia triste, comovente
    De um povo heroico, bravo, combatente
    A pátria amada é mãe gentil, diz os poderosos do brasil
    Que nasci em berço de ouro, criado a sustagê e leite ninho
    Queria ver, se i ao pensa dessa maneira
    Se quando chorasse tomasse tapa, invés de mamadeira.
    Comece pirão de agua fria, no lugar de sua merendinha
    Fosse perdi esmola, invés de ir par sua crechinha
    Morasse na favela, se criasse na periferia
    Junto com a misera, longe da burguesia


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