Tradução gerada automaticamente
El vuelo de Los Malditos
Sergio Cepeda
O Voo dos Malditos
El vuelo de Los Malditos
Para um céu estérilA un cielo yermo
Com as asas quebradasCon las alas rotas
Dançam aqueles queLe danzan los que
Um dia pararam de amarUn día dejaron de amar
Um véu eternoUn velo eterno
Cobre de sombraCubre de sombra
E também desgastaY también desgasta
O que ainda lhes restaLo que aún les queda
De liberdadeDe libertad
O voo dos malditosEl vuelo de los malditos
Está coberto de pólvoraEstá cubierto de pólvora
Levanta uma poeira que suja o sonhoLevanta un polvo que ensucia el sueño
E nunca se deitaY nunca se acuesta
O batimento sóbrioEl latido sobrio
Da luz acesaDe la luz encendida
Que ilumina os passosQue alumbra los pasos
Ébrios do perdedorEbrios del perdedor
Mata o bater frágil dos insones que só buscamMata el aleteo frágil de los insomnes que solo buscan
DescansarDescansar
Passos de aramePasos de alambre
Entre luzes vermelhasEntre luces rojas
Agitando o marAgitando el mar
Inquieto que habita a calma mais vividaInquieto que habita la calma más vivida
O vinho envelhecidoEl vino añejo
Mancha de sombraMancha de sombra
E se desfazY se desangra
Beija e vesteBesa y viste
A ausênciaLa ausencia
O voo dos malditosEl vuelo de los malditos
Está coberto de pólvoraEstá cubierto de pólvora
Levanta uma poeira que suja o sonhoLevanta un polvo que ensucia el sueño
E nunca se deitaY nunca se acuesta



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