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Em Ruínas

Sergio Cepeda

En Ruinas

Quiebras mi garganta
Al regresar de tus pupilas
Un río seco, una pistola

Busco entre tus labios
Despertar cada mañana
La gasolina, para mis alas

Corazón de alambre
Me haces sentir bien

Corres por mi sangre
Como una maldición

Eres el barranco
Donde suelo caer
La bala que se clava
Debajo de mi piel
Él hambre y
Las ganas de comer

Las piedras en mi pecho
No me dejan volver
La sangre que resbala
Está regando las flores
Duerme el crujido
De las ramas de mi mundo en ruinas

Busco entre tus piernas
Un lugar donde la prisa
No tenga voz, tampoco ganas

Corazón de alambre
Me haces sentir bien

Corres por mi sangre
Como una maldición

Eres el barranco
Donde suelo caer
La bala que se clava
Debajo de mi piel
Él hambre y
Las ganas de comer

Las piedras en mi pecho
No me dejan volver
La sangre que resbala
Está regando las flores
Duerme el crujido
De las ramas de mi mundo en ruinas

Corazón de alambre
Me haces sentir bien

Corres por mi sangre
Como una maldición

Eres el barranco
Donde suelo caer
La bala que se clava
Debajo de mi piel
Él hambre y
Las ganas de comer

Las piedras en mi pecho
No me dejan volver
La sangre que resbala
Está regando las flores
Duerme el crujido
De las ramas de mi mundo en ruinas

Em Ruínas

Você quebra minha garganta
Ao retornar de suas pupilas
Um rio seco, uma pistola

Procuro entre seus lábios
Acordar todas as manhãs
A gasolina, para minhas asas

Coração de arame
Você me faz sentir bem

Corre em meu sangue
Como uma maldição

Você é o precipício
Onde costumo cair
A bala que se aloja
Debaixo da minha pele
A fome e
A vontade de comer

As pedras no meu peito
Não me deixam voltar
O sangue que escorre
Está regando as flores
O estalo adormece
Dos galhos do meu mundo em ruínas

Procuro entre suas pernas
Um lugar onde a pressa
Não tenha voz, nem vontade

Coração de arame
Você me faz sentir bem

Corre em meu sangue
Como uma maldição

Você é o precipício
Onde costumo cair
A bala que se aloja
Debaixo da minha pele
A fome e
A vontade de comer

As pedras no meu peito
Não me deixam voltar
O sangue que escorre
Está regando as flores
O estalo adormece
Dos galhos do meu mundo em ruínas

Coração de arame
Você me faz sentir bem

Corre em meu sangue
Como uma maldição

Você é o precipício
Onde costumo cair
A bala que se aloja
Debaixo da minha pele
A fome e
A vontade de comer

As pedras no meu peito
Não me deixam voltar
O sangue que escorre
Está regando as flores
O estalo adormece
Dos galhos do meu mundo em ruínas

Composição: Sergio Cepeda