En Ruinas
Quiebras mi garganta
Al regresar de tus pupilas
Un río seco, una pistola
Busco entre tus labios
Despertar cada mañana
La gasolina, para mis alas
Corazón de alambre
Me haces sentir bien
Corres por mi sangre
Como una maldición
Eres el barranco
Donde suelo caer
La bala que se clava
Debajo de mi piel
Él hambre y
Las ganas de comer
Las piedras en mi pecho
No me dejan volver
La sangre que resbala
Está regando las flores
Duerme el crujido
De las ramas de mi mundo en ruinas
Busco entre tus piernas
Un lugar donde la prisa
No tenga voz, tampoco ganas
Corazón de alambre
Me haces sentir bien
Corres por mi sangre
Como una maldición
Eres el barranco
Donde suelo caer
La bala que se clava
Debajo de mi piel
Él hambre y
Las ganas de comer
Las piedras en mi pecho
No me dejan volver
La sangre que resbala
Está regando las flores
Duerme el crujido
De las ramas de mi mundo en ruinas
Corazón de alambre
Me haces sentir bien
Corres por mi sangre
Como una maldición
Eres el barranco
Donde suelo caer
La bala que se clava
Debajo de mi piel
Él hambre y
Las ganas de comer
Las piedras en mi pecho
No me dejan volver
La sangre que resbala
Está regando las flores
Duerme el crujido
De las ramas de mi mundo en ruinas
Em Ruínas
Você quebra minha garganta
Ao retornar de suas pupilas
Um rio seco, uma pistola
Procuro entre seus lábios
Acordar todas as manhãs
A gasolina, para minhas asas
Coração de arame
Você me faz sentir bem
Corre em meu sangue
Como uma maldição
Você é o precipício
Onde costumo cair
A bala que se aloja
Debaixo da minha pele
A fome e
A vontade de comer
As pedras no meu peito
Não me deixam voltar
O sangue que escorre
Está regando as flores
O estalo adormece
Dos galhos do meu mundo em ruínas
Procuro entre suas pernas
Um lugar onde a pressa
Não tenha voz, nem vontade
Coração de arame
Você me faz sentir bem
Corre em meu sangue
Como uma maldição
Você é o precipício
Onde costumo cair
A bala que se aloja
Debaixo da minha pele
A fome e
A vontade de comer
As pedras no meu peito
Não me deixam voltar
O sangue que escorre
Está regando as flores
O estalo adormece
Dos galhos do meu mundo em ruínas
Coração de arame
Você me faz sentir bem
Corre em meu sangue
Como uma maldição
Você é o precipício
Onde costumo cair
A bala que se aloja
Debaixo da minha pele
A fome e
A vontade de comer
As pedras no meu peito
Não me deixam voltar
O sangue que escorre
Está regando as flores
O estalo adormece
Dos galhos do meu mundo em ruínas