Yo no digo na
Que yo no digo na
De cuando te ven
Que no vistes con chaqueta
Y te tratan mal,
Restaurantes, bancos,
Casas de coches, tiendas de ropa,
Me recuerda a pretty woman
Que te voy a contar yo a ti
Si tu vives igual que yo
Y cuando se enteran de mi nombre
La cosa cambia,
Y ahora yo les digo
Que no no, que no, ¿donde vas?
A eso se llama niño, integridad.
(estribillo)
Yo no digo na, sschhh…
Que luego to se sabe,
Que yo no digo na, sschhh…
Que luego to se sabe.
Yo no digo na, sschhh…
Que luego to se sabe,
Que yo no digo na, sschhh…
Que luego to se sabe.
Que yo no digo na
De esa noticia
Que dice que se cometeran
Menos delitos en mi ciudad,
No se como lo harán,
¿le preguntaran a los delincuentes
Si en lo que va de semana
Piensan atracar?
¡oye! Y habrán contado
Cuando alguien mate a otro
A "puñalas" y como no tiene
Nadenadena,
Lo dejen en libertad condicional
Y vuelva a asesinar…
Por cierto y la poli,
¿donde está?
Lo mismo que el que tiene de "to"
Y "to" lo que haga le da igual
Porque con el dinero
"to" se arregla
Y vuelve a trabajar y a engañar
¿que trabaja, en el ayuntamiento?
No me digas mas…
¿y habrán contado también
Los intereses de los bancos
Y la inflexión en las casas?
Lo siento joven, no puedes comprar
No tienes dinerito
Que te podamos robar.
(estribillo)
Que mira niña tu no digas na
Que luego to se sabe…
Que mira niña tu no digas na
Y canta y baila al compas.
Que mira niña, que luego to,
Que mira niña, y al com, pas.
Que yo no digo na
Del gobierno,
De cómo engordan sus bolsillitos
A costa de nosotros
Y eso me toca el…
Y to esos alcaldes
Que escupen a la naturaleza
Todo por tener mas contratos
Sobre la mesa,
En blanco o en negro
Aquí si da igual el color
Lo importante es que se vendan
Esos terrenos.
Maldita corrupción
Maldito el dinero,
Agacha ya esas cejas ¡sinvergüenza!
(estribillo)
Eu não digo nada
Que eu não digo nada
Quando te veem
Que não vestiu jaqueta
E te tratam mal,
Restaurantes, bancos,
Concessionárias, lojas de roupa,
Me lembra a mulher bonita
O que eu vou te contar
Se você vive igual a mim
E quando descobrem meu nome
A coisa muda,
E agora eu digo a eles
Que não, não, onde você vai?
Isso se chama, meu chapa, integridade.
(refrão)
Eu não digo nada, sschhh…
Que depois tudo se sabe,
Eu não digo nada, sschhh…
Que depois tudo se sabe.
Eu não digo nada, sschhh…
Que depois tudo se sabe,
Eu não digo nada, sschhh…
Que depois tudo se sabe.
Que eu não digo nada
Sobre essa notícia
Que diz que vão cometer
Menos crimes na minha cidade,
Não sei como vão fazer,
Vão perguntar pros criminosos
Se na semana até agora
Pensam em assaltar?
Ei! E contaram
Quando alguém mata outro
A facadas e como não tem
Ninguém, ninguém,
Deixam em liberdade condicional
E volta a assassinar…
Por sinal, e a polícia,
Onde está?
A mesma coisa que quem tem de "tudo"
E "tudo" que fizer, tanto faz
Porque com dinheiro
"Tudo" se resolve
E volta a trabalhar e a enganar
Que trabalha, na prefeitura?
Não me diga mais…
E contaram também
Os juros dos bancos
E a inflação nas casas?
Desculpa, jovem, você não pode comprar
Não tem dinheirinho
Que a gente possa roubar.
(refrão)
Que olha, menina, não diga nada
Que depois tudo se sabe…
Que olha, menina, não diga nada
E cante e dance no compasso.
Que olha, menina, que depois tudo,
Que olha, menina, e no compasso.
Que eu não digo nada
Do governo,
De como engordam seus bolsos
À custa de nós
E isso me toca o…
E todos esses prefeitos
Que cuspem na natureza
Tudo por ter mais contratos
Sobre a mesa,
Em branco ou em preto
Aqui tanto faz a cor
O importante é que se vendam
Aqueles terrenos.
Maldita corrupção
Maldito dinheiro,
Baixa essas sobrancelhas, sem-vergonha!
(refrão)