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Mora e Flamenca

Sergio Contreras

Mora y flamenca

Sus ojos negros, su pelo negro,
su cuerpo terso y su mirada de mora.
Sus ojos negros, su pelo negro,
su cuerpo terso y su mirada de mora.

He conocido a una mujer
con cara de chiquilla
he conocido a una mujer que me enamora,
Sus ojos negros, su pelo negro,
su cuerpo terso y su mirada de mora.

La luna pregunta por ella y se me antoja,
si me pide una estrella
aprendo a volar, señora,
a su edad y aún tan mona,
que me gusta mirarla
deseo caminarla, si pudiera besarla,
amarla, sus tradiciones inundan mi alma,
sus calles estrechas me hacen admirarla,
sus colores vivos
viven en tierras que emanan,
emociones, artistas, canciones, amo alla
ya hace tiempo que vivo enamorao
tonto enamorao de una mujer
mora y flamenca, bonita como ella sola,
que me perdonen, pero es que pa mi...
no hay otra.

Sus ojos negros, su pelo negro,
su cuerpo terso y su mirada de mora.
Sus ojos negros, su pelo negro,
su cuerpo terso y su mirada de mora.

Sonrisas en kilómetros de playas virgenes,
las olas sus caricias que te enamoran,
mora y flamenca sus tradiciones,
esquinas que guardan
historias y emociones.

Andalucía es su nombre y mi carisma,
jóvenes con arte, con talento y maestria,
queria mostrarte mi osadia
acariciando la Mezquita
y se me hizo de día.
El sol dejaba paso a tus encantos
la Alhambra y la Giralda a paso firme
demostrando el caminar elegante
y en tacones que tu te erguias
delante mia,
mirándote a los ojos descubria tu ria,
con la Punta del Sebo se dormia
Cristobal Colón que deambulaba
en las noches frías y de levante
pa abrir de par en par
las puertas del Falla,
embriagado de aguardiente y cante.
Me emocionaste,
cuando la Alcazaba me mostraste,
cuando Gibralfaro me entregaste,
¿Como lo haces?
En Santa Catalina te espero,
besar a Andalucia, yo quiero.

Sus ojos negros, su pelo negro,
su cuerpo terso y su mirada de mora.
Sus ojos negros, su pelo negro,
su cuerpo terso y su mirada de mora.

Mora e Flamenca

Seus olhos negros, seu cabelo negro,
seu corpo firme e seu olhar de mora.
Seus olhos negros, seu cabelo negro,
seu corpo firme e seu olhar de mora.

Conheci uma mulher
com cara de menina
conheci uma mulher que me encanta,
Seus olhos negros, seu cabelo negro,
seu corpo firme e seu olhar de mora.

A lua pergunta por ela e eu fico pensando,
se me pede uma estrela
aprendo a voar, senhora,
a sua idade e ainda tão linda,
que eu gosto de olhar pra ela
quero caminhar com ela, se eu pudesse beijá-la,
amá-la, suas tradições inundam minha alma,
suas ruas estreitas me fazem admirá-la,
suas cores vivas
vivem em terras que emanam,
emoções, artistas, canções, amo lá
já faz tempo que vivo apaixonado
tolo apaixonado por uma mulher
mora e flamenca, bonita como ela só,
que me perdoem, mas é que pra mim...
não há outra.

Seus olhos negros, seu cabelo negro,
seu corpo firme e seu olhar de mora.
Seus olhos negros, seu cabelo negro,
seu corpo firme e seu olhar de mora.

Sorrisos em quilômetros de praias virgens,
as ondas suas carícias que te encantam,
mora e flamenca suas tradições,
quinas que guardam
histórias e emoções.

Andaluzia é seu nome e meu carisma,
jovens com arte, com talento e maestria,
queria te mostrar minha ousadia
acariciando a Mesquita
e o dia amanhecendo.
O sol deixava passar seus encantos
Alhambra e Giralda a passos firmes
demonstrando o andar elegante
e em saltos que você se erguia
na minha frente,
olhando nos seus olhos descobria sua ria,
com a Punta del Sebo se dormia
Cristóvão Colombo que vagava
nas noites frias e de levante
pra abrir de par em par
as portas do Falla,
embriagado de aguardente e canto.
Me emocionou,
quando a Alcazaba me mostrou,
quando Gibralfaro me entregou,
Como você faz isso?
Em Santa Catalina te espero,
beijar a Andaluzia, eu quero.

Seus olhos negros, seu cabelo negro,
seu corpo firme e seu olhar de mora.
Seus olhos negros, seu cabelo negro,
seu corpo firme e seu olhar de mora.

Composição: Sergio Contreras