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Baralho de Cartas

Sérgio Godinho

Letra

    Quando o teu corpo oscila no meu
    Quando é já carne o que era só céu
    Quando o amor se entrega durante
    E o teu suor é meu num instante
    Eu planto as palmas nos teus quadris
    A morte é menos do que eu sempre quis
    Eu pouso as mãos no teu abandono
    Depois das horas há de haver o sono
    Baralho as cartas com que jogar
    Encontro o amor em qualquer lugar
    Em qualquer poiso pouso a cabeça
    Seja assim tudo o que eu mais mereça
    Baralho as cartas com que jogar
    Encontro o amor em qualquer lugar
    Em qualquer poiso pouso a cabeça
    Seja assim tudo o que eu mais mereça

    Subi às nuvens no teu prazer
    Desci à terra ao amanhecer
    Eu bem dizia que ia haver um dantes
    Em que o amor para em terras distantes
    Quando as tuas ancas suspendem assim
    Eu vou ainda de onde já vim
    Por entre as ondas do calor de verão
    O teu coração e o teu peito na mão
    Baralho as cartas, sei que escolho bem
    Talvez por sorte ou por tacto também
    Quando me engano regresso ao início
    Estaco na berma do precipício
    Baralho as cartas, sei que escolho bem
    Talvez por sorte ou por tacto também
    Quando me engano regresso ao início
    Estaco na berma do precipício


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