A Pallbearer's Gloom
My fingers are thrones
Thorns where the roots clog
Perfectly formless
Clasping a bamboo prison
A sad majesty
In a subatomic red caress
In a calligraphy of skin
Vespers and incense
Howling through our lungs
Like a lascivious meridian
When soft the holy water fell
Except it didn't
A mardi gras of lament
Sixteen hands high
Fifteen coins tall
Sixteen hands high
Fifteen coins tall
For the watchers at the palace
At the tiger mandible banquet
A wreath in the gloaming
Lies like birds swarm
A sad majesty
In a subatomic red caress
In a calligraphy of skin
From their mouths
"o' jerusalem
We remain unuttered"
But their cries
Mote the mountains groaning
And we carry a pallbearer's gloom
For all the saints in the sun can't save us now...
A Tristeza do Porteiro
Meus dedos são tronos
Espinhos onde as raízes entopem
Perfeitamente sem forma
Apertando uma prisão de bambu
Uma triste majestade
Em uma carícia subatômica vermelha
Em uma caligrafia de pele
Vésperas e incenso
Uivando por nossos pulmões
Como um meridiano lascivo
Quando a água benta caiu suave
Exceto que não caiu
Um carnaval de lamento
Dezesseis mãos altas
Quinze moedas de altura
Dezesseis mãos altas
Quinze moedas de altura
Para os vigias no palácio
No banquete da mandíbula do tigre
Uma coroa no crepúsculo
Repousa como um bando de pássaros
Uma triste majestade
Em uma carícia subatômica vermelha
Em uma caligrafia de pele
De suas bocas
"ó jerusalém
Permanecemos não ditos"
Mas seus gritos
Fazem as montanhas gemer
E carregamos a tristeza do porteiro
Pois todos os santos no sol não podem nos salvar agora...