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Setembro (part. Bruna Taboas)

SEVVY

Letra

    Sente esse pique de rua
    Ela já não tá mais na tua, minha
    Paramos de frente pra praia
    Tomara que caia essa saia na minha, nua

    Sente a leveza do vento, tento
    Por as ideias tempo, lento
    Pra que eu me construa no meu próprio tempo
    E a ambição me espera até
    Setembro

    Já é tarde, jão
    Cê não me entende, irmão
    Me disseram então, volta pra casa, ladrão
    Já tá tão tarde, jão
    Cê me entende, irmão?
    Quem faz meditação
    Só quem tem tempo, não?

    Tava na rua pensando calado
    Que honra do cara que tava do lado
    Na hora que Jesus foi assassinado na cruz
    De corpo fechado eu sigo evitando
    Deixando os lamentos de lado
    Deixando passado onde fica o passado
    Do lado das peças de lego de quando
    Eu era um leigo, mamando no peito
    Do conhecimento do mundo
    Propenso ao tropeço
    Preenchi com os excessos
    Muita gente acha absurdo
    Mas eles não citam o peso que eu levo
    Visando o progresso do mundo
    Ou talvez um dia todo esse processo seja o inverso
    E eu mudo
    Tipo, mudo o mundo tentando mostrar
    Só que tem algo bom nisso tudo
    Que é muita beleza nos olhos da nega
    E às vezes eu me perco, eu afundo
    Tô nessa de agora, me espera lá fora
    Meu corpo tá todo imundo
    Já passou da hora da gente ir embora
    Vam'bora que a gente se enrola
    Ou enrola até o fim do mundo

    Sente esse pique de rua
    Ela já não tá mais na tua, minha
    Paramos de frente pra praia
    Tomara que caia essa saia na minha (essa saia na minha)
    Nua (uh)
    Sente a leveza do vento, tento
    Por as ideias tempo, lento
    Pra que eu me construa no meu próprio tempo
    E a ambição me espera até (espera até)
    Setembro

    Já é tarde (já é tarde, jão)
    Tão tarde
    (Sei que cê me entende, irmão)
    Já é tarde
    (Já tá tão tarde, jão)
    (Cê me entende, irmão?)

    Tava na rua falando com um cara (com um cara?)
    Do tipo que sente as palavras que eu falo
    Quer ouvir o que eu falo até quando eu me calo
    Me calo um momento
    Sentiu esse vento?
    Eu sento em você e emolduro o momento
    Intenso, acendo o incenso
    Me lembra setembro (me lembra setembro)
    E aquele dia era fim de ano
    Já dando outra chance pro mundo insano
    Seguiremos aqui nesse plano
    E eu me perdi no céu
    Penso na falta dos meus
    Voei sem asas, me trouxe de volta
    Só com a luz dos olhos teus
    (Só com a luz dos olhos teus)
    (Olhos teus)
    Yeah
    Yeah

    Faiscou nossas mãos
    Troca transcendental
    Se tu quiser, fique e esqueça que existe final
    (Yeah)
    Não sou rolling stones
    Um brinde a nós
    Nossos corpos em sinfonia
    Me aquece e eu dispenso lençóis
    Tu não é de bobeira e eu também
    Pedi a saideira
    Tô indo, tu vem?
    Vou tocar o universo com uma luneta
    Não é material, mas te chamei de bem
    Tu não é de bobeira e eu também
    Tô indo, tu vem?
    Vou tocar o universo com uma luneta
    Não é material, mas te chamei de bem

    Bem (bem)
    Bem (bem)

    A vanguarda é faixada
    (Pedi a saideira-aa)
    O passado é a estrada
    Que me trouxe aqui
    Onde você estava
    Eu não quero mais nada (eu não que mais nada, não)
    Vam'bora
    Que a gente se agarra (que a gente se agarra)
    Te espero lá fora
    Vam'bora que agora meu corpo te quer no meu mundo
    E isso é profundo
    E eu nem ligo
    Se eu mergulhar, não me afundo
    Eu, filho de apollo, o segundo
    No ringue eu perduro
    Tipo, páreo duro, não porto seguro
    E ainda assim, cê segura minha mão no escuro (setembro)

    Sente essa brisa da Lua
    Deixa eu te levar no meu talento nua
    E mais do que isso
    Deseja comigo
    A tua ambição é me deixar na tua
    Ri das paradas que eu falo
    Eu tento, não te deixar vazio por dentro
    Já tenho um espaço na estante de livros
    Pra por o teu riso até mais que setembro

    Sente esse pique de rua
    Ela já não tá mais na tua (bem), minha
    Paramos de frente pra praia
    Tomara que caia essa saia na minha (tomara que caia essa saia na minha)
    Nua (uh)
    Sente a leveza do vento, tento
    Por as ideias tempo, lento
    Pra que eu me construa no meu próprio tempo
    E a ambição me espera até (espera até)
    Setembro

    Sente essa brisa da Lua
    Deixa eu te levar no meu talento nua
    E mais do que isso
    Deseja comigo
    A tua ambição é me deixar na tua
    Ri das paradas que eu falo
    Eu tento, não te deixar vazio por dentro
    Já tenho um espaço na estante de livros
    Pra por o teu riso até mais que setembro
    (Me lembra setembro)


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