Barrio Sin Luz
Se va la poesia de las cosas
o no la puedes condensar mi vida
ayer mirando el ultimo crepusculo
y era un manchon de musgo entre las ruinas
las ciudades hoy llenas de venganzas
la cochinada gris de los suburbios
la oficina que encorva las espadas
el jefe de los ojos turbios
Sangre de una revo
sobre los erro
sangre sobre las calles y las plazaas solo de corazones rotos
pobre de haz dios y de lagrimas
un rio abrazas el arravaan
como una mano helada que tienta en las tinieblas
sobre sus aguas se averguenza de verse las estrellas
Y las casas que esconden los deseos tananana
detras de las ventanas luminosas
y estas afuera o eraa ee eel viiento
llevando un pocoo e barro a cada rosa (x2)
Era tu libertad va a estar mis alas
desde mi boca llegara asta el cielo
aunque estaba dormido sobre tu alma
Lejos la buma de las olvidanzas
humo se espeso tagama de roto y el campo
y el campo verde en que jadean los bueyes
y los hombres sudorosos
Aqui estoy yo botado entre las ruinas mordiendoo
solo todas las tristezas
como si el gato fumara una semilla y yoooh
el unico surbo de la tierra
En representacion de poblaciones
Y las casas que esconden los deseos tananana
detras de las ventanas luminosas
y estas afuera o eraa ee eel viiento
llevando un pocoo e barro a cada rosa (x2)
Aqui estoy yo botado entre las ruinas mordiendo
solo todas las tristezas
como si el gato fumara una semilla y yo
el unico surbo de la tierra
Bairro Sem Luz
Se vai a poesia das coisas
ou não dá pra condensar minha vida
ontem olhando o último crepúsculo
era um borrão de musgo entre as ruínas
as cidades hoje cheias de vinganças
a sujeira cinza dos subúrbios
a oficina que curva as espadas
o chefe de olhos turvos
Sangue de uma revolta
sobre os erros
sangue sobre as ruas e as praças só de corações partidos
pobre de Deus e de lágrimas
um rio abraça o que arrastam
como uma mão gelada que tateia nas trevas
sobre suas águas se envergonha de ver as estrelas
E as casas que escondem os desejos tananana
depois das janelas luminosas
e você está fora ou era o vento
levando um pouco de barro a cada rosa (x2)
Era sua liberdade vai estar minhas asas
desde minha boca chegará até o céu
mesmo que estivesse dormindo sobre sua alma
Longe a fumaça das esquecências
fumaça espessa, tagama de roto e o campo
e o campo verde em que ofegam os bois
e os homens suados
Aqui estou eu jogado entre as ruínas mordendo
só todas as tristezas
como se o gato fumasse uma semente e eu
o único surdo da terra
Em representação das populações
E as casas que escondem os desejos tananana
depois das janelas luminosas
e você está fora ou era o vento
levando um pouco de barro a cada rosa (x2)
Aqui estou eu jogado entre as ruínas mordendo
só todas as tristezas
como se o gato fumasse uma semente e eu
o único surdo da terra