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A Vida É Ruim

Shelby Lynne

Life Is Bad

Waste away to nothin' in a dark dusty tomb
lookin' for the traces of what used to be a room
wipe away the blood from a tormented brow
solve the wicked problem never asking how

Rock the sinking vessel till it rests on the bottom
count the waves of water don't remember forgot them
taste the stench of livin' on thin dimes and a dream
opening an ear to a painful silent scream

Oh life is bad
Oh no, worst I ever had

Ache and writhe in agony like a vise on aging bones
tar and acid drip from an ice cram cone
holding onto a wind that chases the hell
fallin' in the darkness of an inner descending well

Caress transparent night as a demon with a sword
speak with an eloquence never saying a word
look into the clarity then erase it with the muck
lying in a pool of conciousness no such thing as luck

To being a beginner, to inventing the end
to livin' with a strangler never a friend
saddle slobbering beast trouble is abound
ride the devil's bronco never hit the ground

A Vida É Ruim

Desaparecendo em nada dentro de um túmulo escuro e empoeirado
procurando os vestígios do que costumava ser um quarto
limpando o sangue de uma testa atormentada
resolvendo o problema maligno sem nunca perguntar como

Balançando o barco afundando até descansar no fundo
contando as ondas de água, não lembro, esqueci delas
sentindo o fedor de viver com moedas e um sonho
abrindo um ouvido para um grito silencioso e doloroso

Oh, a vida é ruim
Oh não, a pior que já tive

Dor e contorção em agonia como um grampo em ossos envelhecidos
tar e ácido escorrem de um cone de sorvete
segurando um vento que persegue o inferno
caindo na escuridão de um poço interno em descida

Acariciando a noite transparente como um demônio com uma espada
falando com uma eloquência sem nunca dizer uma palavra
olhando para a clareza e então apagando com a sujeira
deitado em uma poça de consciência, não existe sorte

De ser um iniciante, a inventar o fim
de viver com um estrangulador, nunca um amigo
montando uma besta babando, problemas estão por toda parte
cavaleiro do bronco do diabo, nunca tocando o chão

Composição: Bill Bottrell / Roger Fritz / Shelby Lynne