Frozen Harbor
Forgive me, dead love, mortal, unfinished
Scorn, bloodlust, selfish, misled odium
Now cursed, dead love, I knew not the wounds I'd cut
Naked mast bearing no sails
Rudder's bound in icy slumber
A ship, drunken with coldness
Numb to the grey season, resting in soullessness
Roll of the gambler's dice
Hiding from the world in dim tavern light, tavern light
Nothing but stillness to be seen
Nothing has come of me and none of me leaves
A common death in relative peace
Merchants afar, long-forgotten scent of spice
Fishermen longing, their nets of solid ice
Love over the horizon, your sweet face forgotten
Celestial lights, the stars sleeping
Hidden from sight, no one to lead
Distant waves roam with no bow to break them
The idle rot, no adventure to seize
Dead love, missing your kindness, never forgotten
Longing for your gift of fire
Dead love, missing your kindness, never forgotten
Longing for your gift of fire
Dead love, missing your kindness, never forgotten
Longing for the spark that once inspired my soul
With precious time, we pay the price
Too old to write of innocence
Too young to write of wisdom
Shame to the one who has forgotten his soul upon the sea
Dead love, missing your kindness
Once had, never forgotten
Longing for the fire that once inspired my soul
Dead love, missing your kindness
Once had, never forgotten
Longing for the fire that once inspired my soul
Dead love, missing your kindness
Once had, never forgotten
Longing for the fire that once inspired my soul
Ghost, forgive me, forgive me
Porto Congelado
Perdoe-me, amor morto, mortal, inacabado
Desprezo, sede de sangue, ódio egoísta e enganado
Agora amaldiçoado, amor morto, eu não conhecia as feridas que cortei
Mastro nu sem velas
O leme está preso no sono gelado
Um navio, bêbado de frieza
Insensível à estação cinzenta, descansando na falta de alma
Rolo dos dados do jogador
Escondendo-se do mundo na luz fraca da taverna, luz da taverna
Nada além de quietude para ser visto
Nada veio de mim e nenhum de mim sai
Uma morte comum em relativa paz
Comerciantes distantes, cheiro de especiarias há muito esquecido
Pescadores ansiando, suas redes de gelo sólido
Amor no horizonte, seu doce rosto esquecido
Luzes celestiais, as estrelas dormindo
Escondido da vista, ninguém para liderar
Ondas distantes vagam sem arco para quebrá-las
A podridão ociosa, nenhuma aventura para aproveitar
Amor morto, sentindo falta de sua bondade, nunca esquecido
Ansiando por seu presente de fogo
Amor morto, sentindo falta de sua bondade, nunca esquecido
Ansiando por seu presente de fogo
Amor morto, sentindo falta de sua bondade, nunca esquecido
Ansiando pela faísca que uma vez inspirou minha alma
Com tempo precioso, pagamos o preço
Velho demais para escrever sobre inocência
Muito jovem para escrever sobre sabedoria
Vergonha para quem esqueceu sua alma no mar
Amor morto, sentindo falta de sua bondade
Uma vez teve, nunca esquecido
Ansiando pelo fogo que uma vez inspirou minha alma
Amor morto, sentindo falta de sua bondade
Uma vez teve, nunca esquecido
Ansiando pelo fogo que uma vez inspirou minha alma
Amor morto, sentindo falta de sua bondade
Uma vez teve, nunca esquecido
Ansiando pelo fogo que uma vez inspirou minha alma
Fantasma, me perdoe, me perdoe