Avatar
The epicenter of the inner spiritual
here to spit at y'all from the outer core, deep as an albacore
capture scenes with maximum aperture
I'm not an amateur more like an avatar (om)
never gonna fall nor am I mad at all
I just grab the devil by the horns like a matador
beats galore, take'em ship'em straight out the door (ay)
a giant in a miniature town, don't frown
that-a boy, I'ma catapult rhymes from my data port
at this point I could ill-afford bullet holes in my metaphors
California's my home, invest in myself even when I'm hella poor
therefore, the more I get in to a war with boredom
all I'm looking for is a portal to get to a level where
my consciousness can constantly
concoct a conversation with the heavens till I die
Suddenly, you start to understand the subtleties
how the colors don't fit the frame
kind of like how nude and porn ain't the same
kids born with pain, heart torn in twain
I board the train, go all terrain
to stroll the lane called memory
game over, all the fame ain't worth a thing
it's so simple and plain, what's to gain?
so we'd know better to aim to maintain and keep the mind sane
I ain't a saint but I use the paint of words to create the rain
to cleanse the soul of dirt and be free of vain
only to turn around in shame and do it again, damn
The epicenter of the inner spiritual
here to spit at y'all from the outer core, deep as an albacore
dope literature
After summer, fall naturally like autumn leaves
return to the soil like broken pottery
dirty words put together make beautiful poetry
property over spirit make mental poverty
probably, given the spreadsheet I'm an anomaly
abnormally speaking it's all a make-believe
maybe when enabling the labor and the loving in the air,
disabling the labeling we all win in the end
maybe when enabling the labor and the loving in the air,
disabling the labeling we all win in the end
The epicenter of the inner spiritual
here to spit at y'all from the outer core, deep as an albacore
dope literature
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O epicentro do espiritual interior
aqui pra falar com vocês do núcleo externo, profundo como um albacore
capturando cenas com a máxima abertura
não sou um amador, mais como um avatar (om)
jamais vou cair, nem tô bravo de verdade
só pego o diabo pelos chifres como um matador
batidas à vontade, levo elas direto pra fora (ay)
um gigante em uma cidade minúscula, não fique triste
isso aí, vou catapultar rimas do meu ponto de dados
neste ponto, não posso me dar ao luxo de buracos de bala nas minhas metáforas
Califórnia é meu lar, invisto em mim mesmo mesmo quando tô quebrado
portanto, quanto mais entro em guerra com o tédio
tudo que procuro é um portal pra chegar a um nível onde
minha consciência possa constantemente
conversar com os céus até eu morrer
De repente, você começa a entender as sutilezas
como as cores não se encaixam na moldura
meio que nem como nu e pornô não são a mesma coisa
crianças nascidas com dor, coração partido em dois
eu embarco no trem, vou por qualquer terreno
pra passear na rua chamada memória
ojogo acabou, toda a fama não vale nada
e tão simples e claro, o que se ganha?
então seria melhor mirarmos em manter e manter a mente sã
não sou um santo, mas uso a tinta das palavras pra criar a chuva
pra limpar a alma da sujeira e ficar livre da vaidade
só pra me virar envergonhado e fazer de novo, droga
O epicentro do espiritual interior
aqui pra falar com vocês do núcleo externo, profundo como um albacore
literatura irada
Depois do verão, caia naturalmente como folhas de outono
retorne ao solo como cerâmica quebrada
palavras sujas juntas fazem uma bela poesia
propriedade sobre o espírito gera pobreza mental
provavelmente, dado a planilha, sou uma anomalia
anormalmente falando, tudo é uma ilusão
quem sabe, ao permitir o trabalho e o amor no ar,
desabilitando as etiquetas, todos nós ganhamos no final
quem sabe, ao permitir o trabalho e o amor no ar,
desabilitando as etiquetas, todos nós ganhamos no final
O epicentro do espiritual interior
aqui pra falar com vocês do núcleo externo, profundo como um albacore
literatura irada