The Bell Jar
To be common place would be unique,
but we're so obscure we're incoherent,
like toungeless vigilantes choking
just to make you choke. Rattling, rattling.
No nails to hold ideas in place,
no expression on your face.
Music and her patrons are dead and
irrelevant, like osteoporosis, she is
brittle. She is broken.
Static comes through synthesizers, megaphones
and drum machines.
Beauty sounds like smashed guitars, and several
references to feedback. Rattling, rattling.
No surgery to save your life.
No promise that everything's all right.
Music and her patrons are dead and
irrelevant, like osteoporosis, she is
brittle. She is broken.
Languages must be organic,
because like flies they fall and die.
Music now sleeps.
Languages must be organic,
because like flies they fall and die.
Music now sleeps,
with Latin and Aramaic.
It's over, it's over.
No more waiting for something to live for.
It's over, it's over.
Everything is dying and we want something more
O Jarro de Vidro
Ser comum seria único,
mas somos tão obscuros que somos incoerentes,
como vigilantes sem língua sufocando
só pra te fazer engasgar. Rangendo, rangendo.
Sem unhas pra segurar ideias no lugar,
sua expressão é um vazio.
A música e seus patronos estão mortos e
irrelevantes, como osteoporose, ela é
frágil. Ela está quebrada.
Estática vem através de sintetizadores, megafones
e máquinas de bateria.
Beleza soa como guitarras quebradas, e várias
referências a feedback. Rangendo, rangendo.
Sem cirurgia pra salvar sua vida.
Sem promessa de que tá tudo bem.
A música e seus patronos estão mortos e
irrelevantes, como osteoporose, ela é
frágil. Ela está quebrada.
As línguas devem ser orgânicas,
porque como moscas, elas caem e morrem.
A música agora dorme.
As línguas devem ser orgânicas,
porque como moscas, elas caem e morrem.
A música agora dorme,
com latim e aramaico.
Acabou, acabou.
Não há mais espera por algo pelo que viver.
Acabou, acabou.
Tudo está morrendo e queremos algo mais.