Birth Rights Of The Sick
A dying mother is always in need
Hair down, boy in her arms, eternally
In pain and in need of beauty
Suffering for the chance to breed the free
He who is free must learn to crush the free
The weakness, the freedom, of spiritual destiny
A moribund father exhales love as he bleeds
Barren head, lesions, afflicted internally
His arms still carry the burdening weight
Of passing on failure, breeding deceit
His fingers still fold, his nails are all cracked
Easy to look to the heavens when forced on your back
Died long before
Better off sterile than lording over a sick race
Mother earth and father God breed only disgrace
Pray for new vacancy
On your knees at your grave
Pass on the bloodline
Slave of a slave of a slave of a slave
Perpetuated dream of a knave
Beautiful heir, here are your heirlooms
Pass down the darkness
Pass down the illness
Pass down resentment
Pass down regret
Pass down the appetite
Pass down the ruinous
Pass down the laughter
Pass down the love
Ancient father, progenitor of reverie
Worldly mother, microcosm elementary
Disaffected children, loneliness in their biology
Fate sold to them, victims of modernity
From the cell to the human
To the colony to the country
To the planet to the galaxy
To the cosmos and beyond
We see only our father
Only our mother
And we know we've been betrayed
We are too small to betray
Direitos de Nascimento dos Doentes
Uma mãe moribunda sempre precisa
Cabelo solto, menino em seus braços, eternamente
Em dor e precisando de beleza
Sofrendo pela chance de gerar os livres
Aquele que é livre deve aprender a esmagar os livres
A fraqueza, a liberdade, do destino espiritual
Um pai moribundo exala amor enquanto sangra
Cabeça calva, lesões, ferido internamente
Seus braços ainda carregam o peso
De passar o fracasso, gerando a enganação
Seus dedos ainda se dobram, suas unhas estão todas quebradas
Fácil olhar para os céus quando forçado a ficar de costas
Morreu muito antes
Melhor estéril do que dominar uma raça doente
Mãe terra e pai Deus geram apenas desgraça
Reze por nova vaga
De joelhos em seu túmulo
Transmita a linhagem
Escravo de um escravo de um escravo de um escravo
Sonho perpetuado de um canalha
Belo herdeiro, aqui estão suas relíquias
Transmita a escuridão
Transmita a doença
Transmita o ressentimento
Transmita o arrependimento
Transmita o apetite
Transmita a ruína
Transmita a risada
Transmita o amor
Antigo pai, progenitor da reverie
Mãe terrena, microcosmo elementar
Filhos desiludidos, solidão em sua biologia
Destino vendido a eles, vítimas da modernidade
Da célula ao humano
Da colônia ao país
Do planeta à galáxia
Ao cosmos e além
Só vemos nosso pai
Só nossa mãe
E sabemos que fomos traídos
Somos pequenos demais para trair