4x4 (part. Omar Camacho, Victor Mendivil y Angel Almaguer)
(Como Checo, juego en primera, ando en mi propia carrera)
(Tatuadas las calaveras, que aquí somos de a de veras)
Otra vez, ocho lineotas, cuatro y cuatro por un lado
Pura verga, ando trabado, esto desayuno a diario
En corto, trueno la corta, no me tiembla y no me importa
Nomás les suelto la clave, y la pinche misión abortan
Yo no me confundo, soy un meditabundo
Y sé que lo que quiero, todo tengo en este mundo
En la feria, me hundo, ya no soy el segundo
Y, como los secretos del mar, soy el más profundo
Otra vez, ocho lineotas, cuatro y cuatro por un lado
Son unas de tutifruti, como me gusta el lavado
Con la ayahuasca en un temazcal, en la jungla, me clavo
Dos días y no me he botado, pero ya me descifraron
Que me haré más poderoso, un Vacheron en la muñeca
Un Constantin para que sepan, una psicosis me inyectan
En las cuentas del X, nunca me censuran fotos
Ahí salen las que, en Insta, no subo por lo placoso
El viaje me dura una semana
Si me pasé de verga, le convine unas Xanax
Ya no me pasa nada, ando como nuevo
Estrenando nueva casa y, en el cripto, me muevo
Ahí tengo la maleta de tiburón la aleta
Me salió más cara que toda tu vida completa
No andamos con chingaderas, estoy en mi prime, mi era
La envidia no me acelera, aquí, el billete es lo que opera
Como Checo, juego en primera, ando en mi propia carrera
Tatuadas las calaveras, que aquí somos de a de veras
Como Checo, juego en primera, ando en mi propia carrera
Tatuadas las calaveras, que aquí somos de a de veras
Un AP, bañé de oro para ponerle diamantes
Círculos secuestradores, sicarios y traficantes
En los casino' de Japón, me pagan con gramos de oro
Salgo en la lista negra americana del Tesoro
Terrorista Arapeños son los que forjan mis leños
Aprendimos a matar desde que estamos muy pequeños
Vivo en la city que, con una bala, matan tu' sueños
En la finca, con los jefes zumbando a Los Alameños
Otra vez ocho lineotas, cuatro y cuatro por un lado
Es una de Coco Chanel, con esa me pongo liviano
Hago juntas en templos, bien locos con los gorus
Me pego un polvo arriba, en la espada de Excálibur
Mi dinero infinito, no cabe cifra en la cuenta
Pues es que vendo dulces, las famosas M
Nunca les meto Pancho, nomás cuento las que marcan
Ya tengo millonarios a los que venden el Narcan
En una cuatro por cuatro, tengo un dos pa' dos pactado
Y, enmascaradas, las morras quieren que las meta al cuarto
Invitaciones secretas y la carta en la bandeja
Que son de las fiestecitas de antifaces de las sectas
Hey, les llegó el meneo, mijos
(Su compa $HUPE)
Morras con palomitas azules y a lado el nombre
Si me dan lo que quiero, se van de compras a Londres
Si el plan es hacer feria, tú nomás di cuando y donde
Los que escuchas en corridos, por mí, en las malas, responden
Polveando con morritas allá en el penthouse del Ritz
Cuatro líneas de rosa de las tetas de una actriz
Van otras cuatro de blanca pa' emparejar la nariz
Esas las puso en su' nalgas, fue fácil decir que sí
Cuando subimos, les dejamos de dar pena
Y ahora, la cima, la toco con las diez yemas
Voy disfrutando, pues la vida no es eterna
Piérdele el miedo a soñar, pero que jamás se te duerma
Tratos en USA con los de las motos Chopper's
En deportivos, nos metemos a los bloques
Todos los míos van puestos a lo que toque
Hoy puede que me muera o que la muerte se equivoque
Otra vez ocho lineotas, cuatro y cuatro por un lado
Pura verga, ando trabado, esto desayuno a diario
En corto, trueno la corta, no me tiembla y no me importa
Nomás les suelto la clave, y la pinche misión abortan
Yo no me confundo, soy un meditabundo
Y sé que lo que quiero, todo tengo en este mundo
En la feria me hundo, ya no soy el segundo
Y como los secretos del mar, soy el más profundo
(Trabaja como si fueras a vivir siempre)
(Y vive como si fueras a morir mañana)
La mente brilla
Compa Angel Almaguer
Compa Omar
Chau
Puro Rico o Muerto
Su compita Omar
Compa Angel
Así nomas, viejo, a la verga
4x4 (part. Omar Camacho, Victor Mendivil e Angel Almaguer)
(Como Sergio Pérez, jogo na primeira divisão, sigo na minha própria corrida)
(Caveiras tatuadas, porque aqui a gente é de verdade)
De novo, oito carreiras, quatro de um lado e quatro do outro
Porra, tô chapado, isso é meu café da manhã todo dia
Sem enrolação, puxo a arma, não tremo e não me importo
Só dou o sinal pra eles, e a missão é abortada
Eu não me confundo, sou um cara reflexivo
E sei o que eu quero, tenho tudo nesse mundo
Eu me afundo na grana, não fico mais em segundo
E, como os segredos do mar, sou o mais profundo
De novo, oito carreiras, quatro de um lado e quatro do outro
São umas de tutti-frutti, o pó do jeito que eu gosto, refinado
Com ayahuasca num temazcal, no meio da selva, mergulho de cabeça
Dois dias e ainda tô de pé, mas já me decifraram
Vou ficar mais poderoso, um relógio Vacheron no pulso
Um Constantin pra deixar claro, isso me deixa maluco
Nas contas do X, nunca censuram minhas fotos
Lá saem as que, no Insta, eu não posto por serem pesadas demais
A viagem dura uma semana
Se exagerei, foi porque combinei com uns calmantes
Já não acontece nada comigo, tô novo em folha
Estreando casa nova e mexendo com criptomoedas
Ali eu tenho uma mala de couro de tubarão
Custou mais caro que a sua vida inteira
Não andamos de palhaçada, tô no auge, na minha era
A inveja não me apressa, aqui, quem manda é o dinheiro
Como Sergio Pérez, jogo na primeira divisão, sigo na minha própria corrida
Caveiras tatuadas, porque aqui a gente é de verdade
Como Sergio Pérez, jogo na primeira divisão, sigo na minha própria corrida
Caveiras tatuadas, porque aqui a gente é de verdade
Um Audemars Piguet, banhei de ouro pra colocar diamantes
Círculos de sequestradores, pistoleiros e traficantes
Nos cassinos do Japão, me pagam com gramas de ouro
Sou alvo do Tesouro dos Estados Unidos
Terroristas arapenhos são os que forjam a base do meu poder
Aprendemos a matar desde muito pequenos
Vivo na cidade onde um tiro mata seus sonhos
Na fazenda, com os chefes, ouvindo Los Alameños de la Sierra
De novo, oito carreiras, quatro de um lado e quatro do outro
É uma da Coco Chanel, com essa eu fico de boa
Faço reuniões em templos, bem loucos com os gurus
Transo lá no alto, na espada de Excalibur
Meu dinheiro é infinito, não cabe número na conta
É que eu vendo doces, as famosas balinhas
unca adultero nada, só conto as que rendem
Já fiz milionários até os que vendem Narcan
Numa quatro por quatro, tenho um dois a dois combinado
E, mascaradas, as minas querem que eu as leve pro quarto
Convites secretos e a carta na bandeja
Que são das festinhas de máscaras das seitas
Ei, chegou o balanço, meus filhos
(Seu parça $HUPE)
Garotas com selo azul de verificação ao lado do nome
Se me dão o que eu quero, vão fazer compras em Londres
Se o plano é ganhar dinheiro, é só dizer quando e onde
Os que você ouve nos corridos, me cobrem nos momentos ruins
Transando com as novinhas lá na cobetura do Ritz
Cheirei quatro carreiras de cocaína rosa nos peitos de uma atriz
Vão mais quatro da branca pra alinhar o nariz
Essas ela botou nas nádegas, foi fácil dizer que sim
Quando a gente sobe, deixamos de sentir vergonha
E agora, eu toco o topo com as dez pontas dos dedos
Vou aproveitando, porque a vida não é eterna
Perde o medo de sonhar, mas nunca deixa o sonho dormir
Negócios nos EUA com os caras que usam moto Chopper
Em carros esportivos, a gente entra nas quebradas
Os meus estão prontos pro que der e vier
Hoje posso morrer ou a morte pode errar
De novo, oito carreiras, quatro de um lado e quatro do outro
Porra, tô chapado, isso é meu café da manhã todo dia
Sem enrolação, puxo a arma, não tremo e não me importo
Só dou o sinal pra eles, e a missão é abortada
Eu não me confundo, sou um cara reflexivo
E sei o que eu quero, tenho tudo nesse mundo
Eu me afundo na grana, não fico mais em segundo
E, como os segredos do mar, sou o mais profundo
(Trabalha como se fosse viver pra sempre)
(E vive como se fosse morrer amanhã)
A mente brilha
Parça Angel Almaguer
Parça Omar
Tchau
É a Rico o Muerto
Seu parceiro Omar
Parça Angel
É isso mesmo, cara, foda-se
Composição: El Obama, Angel Almaguer, Omar Camacho, Victor Mendivil, $Hupe, Zamu