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Você Vai Me Dizer (part. Lia Kali e Santa Salut)

Sibil.la3

Me Dirás (part. Lia Kali y Santa Salut)

Son meros recuerdos, insanos tiernos
Que es a lo que yo me aferro, ardiente hierro
A tocar por primera vez a un perro, a sentir el desenfreno
Superar un miedo, aprender a escribir en un sincero momento de apego
Y yo lucho, y yo solo desembucho gasto mis cartuchos y no me quedan muchos
También anhelo lujos, beber te digestivo orujo
Resolver los trucos de esta vida llena de intrusos
Soy la santa, también el Vesubio no me importa mojarme si hay diluvio

Mi escudo construyo (construyo)
Solo entre tú y yo (entre tú y yo)

Y me dirás, solo me aferro a lo que hay detrás
Buscando el arcoíris tras la tempestad y me dirás, y me dirás
Y me dirás, yo solo me aferro a lo que hay detrás
Pero por lo que vi he aprendido a mirar y me dirás, y me dirás

Recuerdo cuando nada era claro
Un folio en blanco y tinta pa' to, mancharme de to
Que cara tiene el miedo no lo soy dímelo oh
Sentía que podía con lo que me echaran
Recuerdo cuando el canto de los pájaros me encandilaba
Se juntaba con el olor de la tierra mojada
Éxtasis para una tierra virgen para esa nueva llegada

Descubrir para crear, construir para creer
Poca caja queda ya para esconder
Tanto hallazgo que hay que hacer
Ay que hay que hacer

Dime que quieres
Y tu que me das
Yo te lo he dado todo y tu no me has dado nada
No quiero que duela, que no duela más
Quiero redibujarme lejos de la ansiedad

Y me dirás, solo me aferro a lo que hay detrás
Buscando el arcoíris tras la tempestad y me dirás, y me dirás
Y me dirás, yo solo me aferro a lo que hay detrás
Pero por lo que vi he aprendido a mirar y me dirás, y me dirás

Você Vai Me Dizer (part. Lia Kali e Santa Salut)

São meras lembranças, insanos ternos
Que é no que eu me agarro, ferro ardente
A tocar pela primeira vez um cachorro, a sentir o desenfreamento
Superar um medo, aprender a escrever em um momento sincero de apego
E eu luto, e eu só desabafo gasto minhas munições e não me restam muitas
Também anseio luxos, beber um digestivo orujo
Resolver os truques desta vida cheia de intrusos
Sou a santa, também o Vesúvio não me importo de me molhar se houver dilúvio

Meu escudo construo (construo)
Só entre você e eu (entre você e eu)

E você vai me dizer, só me agarro ao que está por trás
Buscando o arco-íris após a tempestade e você vai me dizer, você vai me dizer
E você vai me dizer, eu só me agarro ao que está por trás
Mas pelo que vi aprendi a olhar e você vai me dizer, você vai me dizer

Lembro quando nada era claro
Uma folha em branco e tinta para tudo, me sujar de tudo
Que cara tem o medo, não sou eu, me diga oh
Sentia que podia com o que me jogassem
Lembro quando o canto dos pássaros me encantava
Se juntava ao cheiro da terra molhada
Êxtase para uma terra virgem para essa nova chegada

Descobrir para criar, construir para acreditar
Pouca caixa resta para se esconder
Tantos achados que há para fazer
Ah que há para fazer

Diga o que você quer
E o que você me dá
Eu te dei tudo e você não me deu nada
Não quero que doa, que não doa mais
Quero me redesenhar longe da ansiedade

E você vai me dizer, só me agarro ao que está por trás
Buscando o arco-íris após a tempestade e você vai me dizer, você vai me dizer
E você vai me dizer, eu só me agarro ao que está por trás
Mas pelo que vi aprendi a olhar e você vai me dizer, você vai me dizer

Composição: Josep Marti / Júlia Isern Tomás / Marcel Marti / Salut Cebrià