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Revelação VI

Siebenburgen

Revelation VI

Resurrection of the shadow lords
Beasts bound by hellfire flames
Darkened might, blackened lights
Awaken by the storms of hate

Arising from the ashes
Rebirth of the demon core
Entering the realm of Nashtar
Assassination, call to arms

Forever though the halls of death and dying
Dreamers be awaken, behold the lies

Riders of the prophecies, gather and prevail
Armies of the morning star
Souls of the damned
Riders of the bleeding skies
Warlords of the dead
A new legion born, revelation six...

Chaos forget, N'Gulh'Stha
Demon son, cursed by one
Fallen star of vengeance sword

Born by the fire of the stolen flame
Shadows of the king dismissed
Flesh alit, ascending death

Bewinged this dreamer soon awakened
Burning eyes, burning sins...
Buried in this keep of starlight
Mourning chapel, bereaved domain
Entering ever damnation, pain and suffering

Boiling seas, blood filled and dead
A ravaged earth, burnt and scorned
Soil dwelled by death, man forgotten
Life dwelled by death, war and pestilence
Dead and rotten...
Storming plagues ruins all...

All I am, ever shadows calling
Greater than He, greater than all
Rising above the emptiness
Screaming... longing... dreaming...

Impaled shape, headless god
Transpoting, shading day to night
Deranged form, crucified
Transforming, faith into fate
The soulless watcher of the blackened skies
Closing his eyes, faded all light

Revelação VI

Ressurreição dos senhores das sombras
Bestas amarradas pelas chamas do inferno
Poderes sombrios, luzes apagadas
Acordando com as tempestades do ódio

Levantando-se das cinzas
Renascimento do núcleo demoníaco
Entrando no reino de Nashtar
Assassinato, convocação às armas

Para sempre pelos corredores da morte e do morrer
Sonhadores, acordem, vejam as mentiras

Cavaleiros das profecias, reúnam-se e prevaleçam
Exércitos da estrela da manhã
Almas dos condenados
Cavaleiros dos céus sangrentos
Senhores da guerra dos mortos
Uma nova legião nasce, revelação seis...

Caos esqueça, N'Gulh'Stha
Filho do demônio, amaldiçoado por um
Estrela caída da espada da vingança

Nascido pelo fogo da chama roubada
Sombras do rei dispensadas
Carne acesa, morte ascendente

Sonhador alado logo despertará
Olhos ardentes, pecados ardentes...
Enterrado neste abrigo de luz estelar
Capela de luto, domínio enlutado
Entrando na eterna condenação, dor e sofrimento

Mares ferventes, cheios de sangue e mortos
Uma terra devastada, queimada e desprezada
Solo habitado pela morte, homem esquecido
Vida habitada pela morte, guerra e peste
Mortos e podres...
Pragas tempestuosas arrasam tudo...

Tudo que sou, sempre sombras chamando
Maior que Ele, maior que tudo
Levantando-se acima do vazio
Gritando... ansiando... sonhando...

Forma empalada, deus sem cabeça
Transportando, sombreando o dia para a noite
Forma desvairada, crucificada
Transformando, fé em destino
O vigia sem alma dos céus escurecidos
Fechando os olhos, toda luz desvanecida

Composição: