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Los Locos y Los Niños

Silvina Garre

Letra

Os Loucos e as Crianças

Los Locos y Los Niños

O louco da minha cidade dizia que era DeusEl loco de mi pueblo decía que era Dios
e quão mais são os que estão sãos do que muitosy cuánto más cuerdo que muchos estaba
uma esquina de verão e uma mão da noiteuna esquina de verano y una mano de la noche
ameaçando atrás da boina de sessenta anosamenazando tras la boina sexagenaria

A loucura e a infância se abraçamLa locura y la niñez se dan abrazos
num pedaço de infinitode un pedazo de infinito
e um vislumbre de verdade rasgava o mundoy un asomo de verdad rasgaba el mundo
desde o fundo do delíriodesde el fondo del delirio

Não vá pro rio, garoto, antes que clareieNo vayas al río pibe, antes de que aclare
que o coração queima e a água sabe disso.que el corazón nos quema y el agua lo sabe.
Não vá pro rio, garoto, antes da manhãNo vayas al río pibe, antes de la mañana
que a lua do céu empurra e a lua da água chama.que la luna del cielo empuja y la luna del agua llama.

Os loucos na névoaLos locos en la niebla
e as crianças na aurora de suas palavras insanasy los niños en la aurora de sus palabras dementes
segundo dizem as pessoas, cada um a seu modo nunca mentesegún dice la gente cada cuál a su modo nunca miente
mas os loucos são mortospero a los locos se los mata
e as crianças crescemy los niños crecen

O louco da minha cidadeEl loco de mi pueblo
deixou na minha porta antes de irdejó frente a mi puerta antes de irse
um pedaço de suas asas,un pedazo de sus alas,
um céu estreladoun cielo constelado
e a recomendação de não contar a ninguémy la recomendación de no decirle a nadie
o que ele me deixou.lo que me dejaba.

Ninguém quis ver aquele olhoNadie quiso ver el ojo aquél
por onde se via alémpor dónde se veía más allá
na noite ficava uma criança sozinhaen la noche se quedaba un niño sólo
perguntando sem falar.preguntando sin hablar.

Ninguém quer um céu, garoto, tão alto na nadaNadie quiere un cielo pibe, tan alto en la nada
ninguém quer o teto da madrugada.nadie quiere el techo de la madrugada.
Todos olham tudo, garoto, com os olhos friosTodos miran todo pibe, con los ojos fríos
e na minha sombra temem ver seu próprio vazio.y en mi sombra temen ver su propio vacío.

Os loucos na névoaLos locos en la niebla
e as crianças na aurora de suas palavras insanas.y los niños en la aurora de sus palabras dementes.
Segundo dizem as pessoas, cada um a seu modo nunca menteSegún dice la gente cada cuál a su modo nunca miente
mas os loucos são mortospero a los locos se los mata
e as crianças crescemy los niños crecen
mas os loucos são mortospero a los locos se los mata
e as crianças crescem.y los niños crecen


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