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Meu Poema

Silvio Brito (Colombia)

Mi Poema

Si no me hubiera pasado lo que me paso
De seguro que mi vida fuera diferente
Oh cuando pienso que no soy lo que he querido yo
Analizo que he perdido más que fue quererte

Algo en mi se esta muriendo sin sentir dolor
Van cayendo mis palabras como flor al río
Soy serrano en tus montañas y al besarte soy
Oh como un pajaro en la mano manso de cariño

Acorralado me tienes tu
Más por quererme que por mi amor

No haré castillos en el aire ni en el cielo azul
Mañana ya no habrá un ayer de recordacion

Cual seria mi desdicha
Oh cual seria mi poema
Si te vas de mi vida
Cual seria mi condena

Oh porque me dominan tus palabras
Y en cada verso quiero hacerte mi mujer
Si tu mirada tiene el filo de una espada
Mi corazón es un ejercito al querer

Esa mirada profunda y misteriosa es
Como los claros de Luna entre sombras de almendros
Se encantan como un manantial entre juncos y helechos
Romanticas como la lluvia de un atardecer

Yo te buscaré en la noche noche transparente
Y en la pintura salvaje del camino real
Yo sé que te voy a encontrar esperandome siempre
Entonces que me importa el mundo si tu amor vendra

Acorralado me tienes tu
Más por quererme que por mi amor

No haré castillos en el aire ni en el cielo azul
Mañana ya no habrá un ayer de recordacion

Cual seria mi desdicha
Oh cual seria mi poema
Si te vas de mi vida
Cual seria mi condena

Cuando no haya Sol en mi camino
Y ya tus cartas no me traigan primaveras
Oh seran mis versos caravanas de tristeza
Será mi llanto más amargo y cristalino

Meu Poema

Se não tivesse acontecido o que aconteceu comigo
Com certeza minha vida seria diferente
Oh, quando penso que não sou o que eu queria ser
Analiso que perdi mais do que foi te amar

Algo em mim está morrendo sem sentir dor
Minhas palavras caem como flores no rio
Sou da serra nas suas montanhas e ao te beijar sou
Oh, como um pássaro na mão, manso de carinho

Acorralado você me tem
Mais por me querer do que por meu amor

Não farei castelos no ar nem no céu azul
Amanhã não haverá um ontem de recordação

Qual seria minha desgraça
Oh, qual seria meu poema
Se você for embora da minha vida
Qual seria minha condenação

Oh, porque suas palavras me dominam
E em cada verso quero te fazer minha mulher
Se seu olhar tem o corte de uma espada
Meu coração é um exército ao querer

Esse olhar profundo e misterioso é
Como os claros de lua entre sombras de amendoeiras
Se encantam como um manancial entre juncos e samambaias
Românticas como a chuva de um entardecer

Eu vou te procurar na noite transparente
E na pintura selvagem do caminho real
Sei que vou te encontrar sempre me esperando
Então que me importa o mundo se seu amor virá

Acorralado você me tem
Mais por me querer do que por meu amor

Não farei castelos no ar nem no céu azul
Amanhã não haverá um ontem de recordação

Qual seria minha desgraça
Oh, qual seria meu poema
Se você for embora da minha vida
Qual seria minha condenação

Quando não houver sol no meu caminho
E suas cartas não me trouxerem primaveras
Oh, serão meus versos caravanas de tristeza
Será meu choro mais amargo e cristalino

Composição: Rosendo Romero