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Árvore do Sítio

Simón Díaz

Arbolito Sabanero

Arbolito sabanero... yo vengo a preguntar, preguntar
si cuando ella se fue, arbolito,
tú me la viste pasar, pasar...
Abre mis sueños al raso la soledad sin un grito,
Aspira el campo marchito la dulce flor del ocaso.
Tú, pesaroso en el paso, puro arenal del estero,
soñando el aire mayero, ! cómo tendrás de congojas
que ya no te quedan ni hojas, arbolito sabanero!
Arbolito de hojas finas, nidos de puras congojas,
como ya no tienes ni hojas te besa el sol las espinas.
Madrinero sin madrinas, paso ya por mi cantar.
Y tú en tu grave callar, te quedas mas seco y triste,
arbolito, tu la viste,
tu me la viste pasar.(bis)

Árvore do Sítio

Árvore do sítio... eu venho perguntar, perguntar
se quando ela se foi, árvore,
tu me viu passar, passar...

Abre meus sonhos ao relento, a solidão sem um grito,
Inala o campo murchando, a doce flor do ocaso.

Você, triste no caminho, puro areal do estuário,
desejando o ar de maio, como você deve estar cheio de angústias
que já não te restam nem folhas, árvore do sítio!

Árvore de folhas finas, ninhos de puras angústias,
como já não tens nem folhas, o sol beija suas espinhas.

Madrinheiro sem madrinhas, já passo pelo meu cantar.
E você, em seu grave silêncio, fica mais seco e triste,
árvore, você a viu,
você me viu passar. (bis)

Composição: