En Mitad de Una Caida
Yo dejaré de existir
el dia en que el otoño desaparezca
y no creo que esté lejos ese momento.
He apreciado que elegir
es la peor palabra del mundo,
que me han llenado de cosas
que solo me han vaciado.
Sigo enfadado con este estupido sol apagado,
las nubes se han vuelto azules,
el cielo está anaranjado.
Porque ya se siente la violencia que brota de mi,
que esta euforia inconmprendida me hace pensar
y vivir en mitad de una caida.
Me tiré por aquel precipicio sin pensar
y aun veo como todo muere sin control.
Esta noche solo hay que inventarse algo que celebrar.
Inicie un largo viaje hacia el fin del universo,
todo estaba en llamas,
todo estaba en ruinas,
todo pasó tan deprisa.
Cabalgo por carreteras del paraiso,
no se ven ni ciudades,
ni chicos, ni chicas, bajo la niebla.
Solo se ven las mañanas soñadas
que nunca tuve.
Solo se escuchan ruidos de fiestas
a las que algun dia acudiré.
Y puede que haya nacido tarde
pero quiero salir, irme de aqui
para no volver.
Porque ya se siente la violencia que brota de mi,
que esta euforia inconmprendida me hace pensar
y vivir en mitad de una caida.
Me tiré por aquel precipicio sin pensar
y aun veo como todo muere sin control.
Esta noche solo hay que inventarse algo que celebrar.
Por fin he llegado a la cima de la montaña,
solo se ve confusión bajo mis pies. (bis)
No Meio de uma Queda
Eu vou deixar de existir
no dia em que o outono desaparecer
E não acho que esse momento esteja longe.
Eu percebi que escolher
é a pior palavra do mundo,
que me encheram de coisas
que só me deixaram vazio.
Continuo puto com esse sol estúpido apagado,
as nuvens ficaram azuis,
o céu tá alaranjado.
Porque já se sente a violência que brota de mim,
que essa euforia incompreendida me faz pensar
e viver no meio de uma queda.
Eu me joguei naquele precipício sem pensar
e ainda vejo como tudo morre sem controle.
Essa noite só tem que inventar algo pra celebrar.
Comecei uma longa viagem até o fim do universo,
tudo estava em chamas,
tudo estava em ruínas,
tudo passou tão rápido.
Cavalgo por estradas do paraíso,
não se vê nem cidades,
nem meninos, nem meninas, sob a neblina.
Só se vê as manhãs sonhadas
que nunca tive.
Só se ouvem barulhos de festas
a que algum dia eu vou.
E pode ser que eu tenha nascido tarde
mas quero sair, me mandar pra longe
e não voltar.
Porque já se sente a violência que brota de mim,
que essa euforia incompreendida me faz pensar
e viver no meio de uma queda.
Eu me joguei naquele precipício sem pensar
e ainda vejo como tudo morre sem controle.
Essa noite só tem que inventar algo pra celebrar.
Finalmente cheguei ao topo da montanha,
só se vê confusão sob meus pés. (bis)