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O Chamado da Infinidade

SinBreed

Infinity's Call

Each day, when I awake, I'm longing for the night-time.
When darkness covers all the pain and horror we create.
Each night, when I'm asleep, I'm dreaming of a new day.
Dawn's rising sun reveals the surroundings we create.

Watching the sun go down and close my eyes to dream, I slip away - this dark blackened theme.

Is it you, are you there? You never gave an answer.
Too tired to explain. Don't you even give a care?
Each time, when I recall, I'm feeling so much stronger.
There's no one else to blame. I'll find the answers my own way.

Watching the sun go down and close my eyes to dream, I slip away - this dark blackened theme.

A cold place - unsheltered - of bodies weak and half dead.
Crossing the borderline. Infinity's calling.
The curtain - of the night - divides in choosing one side. I'm feeling free to leave. Infinity's call.

Watching the sun go down and close my eyes to dream, I slip away - this dark blackened theme.

A cold place - unsheltered - of bodies weak and half dead.
Crossing the borderline. Infinity's calling.
The curtain - of the night - divides in choosing one side. I'm feeling free to leave. Infinity's call...

O Chamado da Infinidade

A cada dia, quando eu acordo, anseio pela noite.
Quando a escuridão cobre toda a dor e o horror que criamos.
A cada noite, quando estou dormindo, sonho com um novo dia.
O sol da manhã revela o que criamos ao nosso redor.

Assistindo o sol se pôr e fechando os olhos pra sonhar, eu me deixo levar - esse tema escuro e sombrio.

É você, está aí? Você nunca deu uma resposta.
Tô cansado demais pra explicar. Você nem se importa?
A cada vez que eu lembro, me sinto muito mais forte.
Não há ninguém pra culpar. Vou encontrar as respostas do meu jeito.

Assistindo o sol se pôr e fechando os olhos pra sonhar, eu me deixo levar - esse tema escuro e sombrio.

Um lugar frio - desprotegido - de corpos fracos e meio mortos.
Atravessando a linha. O infinito está chamando.
A cortina - da noite - se divide em escolher um lado. Estou me sentindo livre pra ir. O chamado da infinidade.

Assistindo o sol se pôr e fechando os olhos pra sonhar, eu me deixo levar - esse tema escuro e sombrio.

Um lugar frio - desprotegido - de corpos fracos e meio mortos.
Atravessando a linha. O infinito está chamando.
A cortina - da noite - se divide em escolher um lado. Estou me sentindo livre pra ir. O chamado da infinidade...

Composição: Flo Laurin / T. Nöller