Cantamos
Cantamos
Nestes tempos escuros
Com raiba a poesía
Creadora de conciência
Cantamos
Para que o povo
Deixe de ter medo
E saia do silêncio
Abestu txileko estadioan
Egin zuten moduan
Borreroaz farre eginez
Abestu guztiok espetxetan
Entzun dezaten
Eraman nahi dutenek
Gazteriaren ahotsa espaniar
Espetxetan ixteko
Helburua duten
Muntaiak asmatuz
(Cantade coma no fixerom no estádio de chile
Rindo dos verdugos
Cantade todas nas cadeias
Que ouçam os que querem levar
A voz da mocidade inventando montagens
Que tenhem o objetivo
De fechá-la nas cadeias espanholas)
Cantamos com linguas
Que botam faiscas
Do lume da inquedança
Manifesta a tua raiba
Cantamos
Para que o justo deixe
De estar definido
Como algo ilegal
Cantamos
Como o cantar de cuba
Que nos trae carlos puebla
As maos cortarom-lhe
Ao amigo victor jara
Pero a sua guitarra
Segue dando ecos de som
Cantamos com linguas
Que botam faiscas
Do lume da inquedança
Manifesta a tua raiba
Por fortuna ainda seguem
Nacendo nos povos
"Tupamaros" que luitam
Pola justiça
Pola justiça
Cantamos com linguas
Que botam faiscas
Do lume da inquedança
Manifesta a tua raiba
Nosotros queremos la paz
Pero paz con dignidad
cantamos
cantamos
Nestes tempos escuros
Com raiva a poesia
Criadora de consciência
cantamos
Para que o povo
Pare de ter medo
E sair do silêncio
Abestu txileko estádios
Egin zuten modus
Borreroaz farra eginez
Abestu guztiok espetxetan
Entzun dezaten
Era-me nahi dutenek
Gazteriaren ahotsa espaniar
Espetxetan ixteko
Helburua duten
Muntaiak asmatuz
(Cantada como no fixerom no estádio de chile
Rindo dos verdugos
Cantai todas as Cadeias
Que ouçam os que quer-me levar
A voz dos jovens inventando MONTAGENS
O que tiverem o Objectivo
De fecha-la em Cadeias espanholas)
Cantamos com línguas
O que botam faiscas
Do fogo da inquedança
Manifesta a tua raiva
cantamos
Para que o justo deixe
Estiver definido
Como algo ilegal
cantamos
Como o cantar de cuba
O que nos traz Carlos Puebla
As maus cortarom-lhe
Ao amigo Victor Jara
Mas a sua guitarra
Continua a ecos de som
Cantamos com línguas
O que botam faiscas
Do fogo da inquedança
Manifesta a tua raiva
Por sorte ainda Segue-me
Tendo nascido nos povos
"Tupamaros" que luitam
pela Justiça
pela Justiça
Cantamos com línguas
O que botam faiscas
Do fogo da inquedança
Manifesta a tua raiva
Nós queremos a paz
Mas a paz com dignidade