Písen slovanskych mecu
Støíbrné meèe, jenž vedou nás,
není slyšet dech a ani pláè,
my budeme se bít a náš pot utopí vás.
Za naše srdce, za naše pøání
a pøijdou bohové, co vždycky nás chrání.
Teï èernými hvozdy zazní hlas Slovanù v nás
Noc bude temná a chladná jak led,
my budeme se bít a chránit náš svìt.
To naše meèe teï budou se brodit krví.
Zelená louka pod útesem a skálou,
tam písnì Slovanù tiše povánou,
jen život nám zùstal a èest co nikdy nespí.
Støíbrné meèe a krev z našich tìl,
to je to kvítí co jsi uvidìl.
Ta touha prastará v kamenech vytesaná.
Teï lesy šumí i ptáci ztichli,
ta píseò slovanská, jejíž slova vás nadchly.
To náš je zpìv, co ztuží krev ve vašich žilách.
Korouhev v ruce, též meè on tøímá,
ten vévoda velký, jenž volá "tož sláva".
Už nepøítel prchá, to strach ho pøekonává.
My jsme ta síla, v nás je ta zlost,
proroctví vìèné, temnìjší než noc,
v erbu je orel co do duší nám pøilétá.
To jsou ty ohnì, co v dáli hoøí.
To jsou ty ohnì , co budou tu plát.
V slovanských duších se válka bouøí,
my budeme se za svobodu rvát.
To jsou ty cesty, co vedou nás tmou.
To jsou ty zvony, co budou nám bít.
Slované budou bránit vlast svou,
aby mohli v spánku klidnì snít.
Teï poslední bitva na poli konèí,
výkøiky, náøky a též smrti stín.
To slovanská píseò vám srdce znièí
a vaši krev bude zem pít.
Canção das Espadas Eslavas
Espadas prateadas que nos guiam,
não se ouve a respiração nem o choro,
iremos lutar e nosso suor os afogará.
Por nossos corações, por nossos desejos
até que venham os deuses que sempre nos protegem.
Agora, nas florestas escuras, ecoa a voz dos eslavos em nós.
A noite será sombria e fria como gelo,
iremos lutar e proteger nosso mundo.
Nossas espadas agora vão se banhar em sangue.
Um campo verde sob o penhasco e a rocha,
alí as canções dos eslavos sussurrarão,
só nos resta a vida e a honra que nunca dorme.
Espadas prateadas e sangue de nossos corpos,
essa é a flor que você viu.
Esse desejo ancestral esculpido nas pedras.
Agora as florestas sussurram e os pássaros se calam,
a canção eslava, cujas palavras te encantaram.
Esse é nosso canto que endurece o sangue em suas veias.
Bandeira na mão, também a espada ele ergue,
o grande duque que clama "viva a glória".
O inimigo já foge, o medo o supera.
Nós somos a força, em nós está a raiva,
uma profecia eterna, mais sombria que a noite,
o brasão é uma águia que voa até nossas almas.
Esses são os fogos que ardem à distância.
Esses são os fogos que estarão aqui a brilhar.
Nas almas eslavas, a guerra se agita,
iremos lutar pela liberdade.
Esses são os caminhos que nos levam pela escuridão.
Esses são os sinos que vão tocar para nós.
Os eslavos defenderão sua pátria,
pra que possam sonhar em paz enquanto dormem.
Agora a última batalha no campo termina,
gritos, lamentos e também a sombra da morte.
Essa canção eslava vai destruir seu coração
e a terra beberá seu sangue.