395px

Matapacos

Skorno

Matapacos

Por las calles de Chile, solo un animal
Callejero y mestizo, como el pueblo marginal
Panuello rojo en cuello, postura bestial
Soy negro matapacos gruñendo contra el mal
Y explotan las bombas sin efecto moral
Sigo adelante contra los perros de capital
Plazas de humo y fuego en lucha corporal
Contra carabineros por justicia social

Piedra contra las balas, fuego contra las leyes
La lucha por derecho le toca a todos ustedes
Ejército formado: Un perro enojado
No dudes, no olvides que soy negro

Matapacos, por mi gente, por mi vida
Matapacos, por futuro, por justicia
Matapacos, terror de la policia
Matapacos, ma-ta-pa-cos

Al lado de mapuches babeando por justicia
Manchando uniformes de sangre y saliva
Marchando llado a llado, no hay otra salida
Contra los chorros de agua, resistencia colectiva
Todos mi compañeros de calles y esquinas
Para saber quien eres, dímelo con quien camina
Por calles de santiago, América latina
Somos los de abajo y vamos por los de arriba

Hoy vive su recuerdo de fuerza y lealtad
Inspiración pa' que se cambie la realidad
Gruñido y ladreado: Un pueblo despertado
Luchando bajo la bendición de negro

Matapacos, por mi gente, por mi vida
Matapacos, por futuro, por justicia
Matapacos, terror de la policía
Matapacos, ma-ta-pa-cos

Matapacos, por mi gente, por mi vida
Matapacos, por futuro, por justicia
Matapacos terror de la policia
Matapacos, el que no se intimida
Matapacos, contra el liberal canalla
Matapacos, no hay nadie que te calla
Matapacos, guerrero de mil batallas
Matapacos, ma-ta-pa-cos

Matapacos

Pelas ruas do Chile, só um animal
Callejero e mestiço, como o povo marginal
Lenço vermelho no pescoço, postura bestial
Sou negro matapacos rosnando contra o mal
E as bombas explodem sem efeito moral
Sigo em frente contra os cães do capital
Praças de fumaça e fogo em luta corporal
Contra os carabineiros por justiça social

Pedra contra as balas, fogo contra as leis
A luta por direitos é de todos vocês
Exército formado: Um cachorro enfurecido
Não duvide, não esqueça que sou negro

Matapacos, pela minha gente, pela minha vida
Matapacos, pelo futuro, pela justiça
Matapacos, terror da polícia
Matapacos, ma-ta-pa-cos

Ao lado dos mapuches clamando por justiça
Manchando uniformes de sangue e saliva
Marchando lado a lado, não há outra saída
Contra os jatos d'água, resistência coletiva
Todos meus companheiros de ruas e esquinas
Pra saber quem você é, me diga com quem caminha
Pelas ruas de Santiago, América Latina
Somos os de baixo e vamos atrás dos de cima

Hoje vive sua lembrança de força e lealdade
Inspiração pra que se mude a realidade
Rosnado e latido: Um povo despertado
Lutando sob a bênção do negro

Matapacos, pela minha gente, pela minha vida
Matapacos, pelo futuro, pela justiça
Matapacos, terror da polícia
Matapacos, ma-ta-pa-cos

Matapacos, pela minha gente, pela minha vida
Matapacos, pelo futuro, pela justiça
Matapacos, terror da polícia
Matapacos, o que não se intimida
Matapacos, contra o liberal canalha
Matapacos, não há ninguém que te cale
Matapacos, guerreiro de mil batalhas
Matapacos, ma-ta-pa-cos

Composição: Bruno Xistra / Marcel Barros