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Cidade de Papelão

Skyclad

Cardboard City

Hands locked in darkness - a nocturnal greeting
We flutter like moths round the brazier's flame
Shrouded in shadow - our clandestine meeting
Here where past and present are one and the same.

No-one dies in Cardboard City
Faces only fade away
Eat your pride and take their pity
Fight to live another day.

And did those feet in ancient times
Walk bare upon these lonely streets like mine?
Does God watch us from that penthouse high above
His children down below who live on air and love?
Wrapped in old headlines beneath this shop awning
I shiver in silence and wait for the morning.

No-one dies in Cardboard City
Faces only fade away
Eat your pride and take their pity
Fight to live another day.

No-one cries in Cardboard City
That would be a waste of tears
Eat your pride and take their pity
Like you have so many years.

Youth of our nation - A lost generation
Like lepers we march to the chimes of Big Ben.
Exiled and rejected by powers elected
Our cries from the gutter don't reach number ten.
Give us this day our daily bread
Before the headlines read "bring out your dead."
Chip-wrapper flowers are blown onto this cardboard grave
My spray paint epitaph upon the wall it says...
"Here lies the bones of some poor homeless vagrant
He died as he lived, in the shit on the pavement."

No-one dies in Cardboard City
Faces only fade away
Eat your pride and take their pity
Fight to live another day.

No-one cries in Cardboard City
That would be a waste of tears
Eat your pride and take their pity
Like you have so many years.

Cidade de Papelão

Mãos trancadas na escuridão - uma saudação noturna
Nos debatemos como mariposas em volta da chama do braseiro
Envoltos em sombras - nosso encontro clandestino
Aqui onde passado e presente são um só.

Ninguém morre na Cidade de Papelão
As faces apenas desaparecem
Engula seu orgulho e aceite a pena deles
Lute para viver mais um dia.

E aqueles pés em tempos antigos
Andaram descalços por essas ruas solitárias como as minhas?
Deus nos observa daquele apartamento lá em cima
Seus filhos lá embaixo que vivem de ar e amor?
Enrolado em velhas manchetes sob essa marquise de loja
Eu tremo em silêncio e espero pela manhã.

Ninguém morre na Cidade de Papelão
As faces apenas desaparecem
Engula seu orgulho e aceite a pena deles
Lute para viver mais um dia.

Ninguém chora na Cidade de Papelão
Isso seria um desperdício de lágrimas
Engula seu orgulho e aceite a pena deles
Como você fez por tantos anos.

Juventude da nossa nação - Uma geração perdida
Como leprosos marchamos ao som do Big Ben.
Exilados e rejeitados por poderes eleitos
Nossos gritos da sarjeta não chegam ao número dez.
Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia
Antes que as manchetes digam "traga seus mortos."
Flores de papel de batata são sopradas para este túmulo de papelão
Meu epitáfio em spray na parede diz...
"Aqui jaz os ossos de algum pobre vagabundo sem-teto
Ele morreu como viveu, na merda da calçada."

Ninguém morre na Cidade de Papelão
As faces apenas desaparecem
Engula seu orgulho e aceite a pena deles
Lute para viver mais um dia.

Ninguém chora na Cidade de Papelão
Isso seria um desperdício de lágrimas
Engula seu orgulho e aceite a pena deles
Como você fez por tantos anos.

Composição: Martin Walkyier