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16 Dias

Slobberbone

16 Days

For sixteen days, I've stayed in this bedroom
And this Indian Summer, It's made me sick
I don't use the phone, I don't write no letters
All I can do is lay here and sweat

And this wretched house, It falls down around me
The air has turned foul, the walls have turned brown
And they rot in the glow of a single light bulb
Once there was paint, now there's just dust

And I don't know why I'm kept a prisoner here
But there's no fear in these eyes
And I don't know why no one talks to me
But it's so clear when you try ...

She had grace, and a natural beauty
She was a girl raised on a farm
A constant source of disappointment
To both of her folks, and they don't know why

'Cause she had a love for a life she suspected
Lay somewhere else, beyond these crops
But she couldn't speak, and they wouldn't listen
So her dreams lay fallow and hope turned to dust

And I don't know why I'm kept a prisoner here
But there's no fear in these eyes
And I don't know why no one talks to me
But it's so clear when you try ...

We sit in the yard, on broken-down loungers
Tryin' to grill food on a rusted out grill
Drinkin' a beer and burnin' our fingers
Watching the dog pee on the car

And the trees all look sick now and the grass has turned brown
And the bird bath's broken, and the fence fallen down
And the gate, it hangs crooked on rusted out hinges
And the heat never leaves when the sun sinks down

And once we had meaning, but now, we're just hollow
Once we felt pain, but now we're just numb
Once there were words, but now there's just glances
And once we were smart but now we're just dumb ...
just dumb

And I don't know why I'm kept a prisoner here
But there's no fear in these eyes
And I don't know why no one talks to me
But it's so clear when you try ...

16 Dias

Por dezesseis dias, fiquei nesse quarto
E esse verão indiano, me deixou doente
Não uso o telefone, não escrevo cartas
Tudo que posso fazer é ficar aqui e suar

E essa casa miserável, tá caindo ao meu redor
O ar ficou podre, as paredes ficaram marrons
E elas apodrecem sob a luz de uma única lâmpada
Antes tinha tinta, agora só tem poeira

E eu não sei por que sou mantido prisioneiro aqui
Mas não há medo nesses olhos
E eu não sei por que ninguém fala comigo
Mas é tão claro quando você tenta ...

Ela tinha graça, e uma beleza natural
Era uma garota criada numa fazenda
Uma fonte constante de decepção
Para seus pais, e eles não sabem por quê

Porque ela tinha um amor por uma vida que suspeitava
Que estava em algum lugar além dessas plantações
Mas ela não conseguia falar, e eles não ouviam
Então seus sonhos ficaram em pousio e a esperança virou poeira

E eu não sei por que sou mantido prisioneiro aqui
Mas não há medo nesses olhos
E eu não sei por que ninguém fala comigo
Mas é tão claro quando você tenta ...

Sentamos no quintal, em cadeiras quebradas
Tentando grelhar comida em uma churrasqueira enferrujada
Bebendo uma cerveja e queimando nossos dedos
Assistindo o cachorro mijar no carro

E as árvores agora parecem doentes e a grama ficou marrom
E a fonte dos pássaros tá quebrada, e a cerca caiu
E o portão, tá pendurado torto em dobradiças enferrujadas
E o calor nunca vai embora quando o sol se põe

E uma vez tivemos significado, mas agora, estamos vazios
Uma vez sentimos dor, mas agora estamos apenas insensíveis
Uma vez havia palavras, mas agora só há olhares
E uma vez éramos espertos, mas agora somos apenas burros ...
só burros

E eu não sei por que sou mantido prisioneiro aqui
Mas não há medo nesses olhos
E eu não sei por que ninguém fala comigo
Mas é tão claro quando você tenta ...

Composição: Brent Best